Existiu uma farta e bombástica literatura dirigida aos jovens - e não só a eles - listando e detalhando todos os males, físicos, psicológicos e mentais que a #Masturbação supostamente causaria, entre eles insanidade. Apenas no século XX, essas posições cederam espaço para noções mais científicas e realistas.

Hoje em dia, a medicina tem descrito a masturbação como uma etapa natural do desenvolvimento sexual do jovem e como uma prática inofensiva e até saudável mesmo para os adultos (como tudo na vida, depende de bom senso e das proporções). Segundo a doutora Gloria Brame, sexologista clínica, “a masturbação faz parte de uma vida sexual saudável”.

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Listamos a seguir quatro benefícios descobertos pela ciência na masturbação:

1 - Fortalece o sistema imunológico

Segundo Jennifer Landa, especialista na terapia com cortisol, a ejaculação, quer no #sexo a dois, quer na masturbação, aumenta os níveis do hormônio, que é responsável pela regulação adequada do sistema imunológico, que combate microrganismos invasores.

2 - Ajuda a prevenir a disfunção erétil e a incontinência urinária

Com o passar dos anos, a pessoa vai perdendo tônus muscular, inclusive na região pélvica. A masturbação (ou o sexo), quando feito regularmente, exercita os músculos da região, o que ajuda a prevenir a disfunção erétil e a incontinência urinária.

3 - Ajuda na prevenção do câncer de próstata

Estudo feito na Austrália concluiu que homens que ejaculam - seja no sexo a dois, seja por causa da masturbação - mais de cinco vezes semanalmente têm um terço menos de chances de ter câncer na próstata.

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Segundo a sexologista clínica Gloria Brame, a ejaculação elimina toxinas que ficam acumuladas no sistema urinário.

4 - Melhora o ânimo da pessoa

A masturbação estimula a liberação de ocitocina e dopamima, substâncias que aumentam a satisfação. Segundo a doutora Brame, o cérebro de uma pessoa durante o clímax sexual parece o cérebro de uma pessoa viciada em heroína. De acordo com a médica, o gozo sexual é a maior “explosão de dopamina” naturalmente disponível à experiência humana.