Além do prazer que traz a quem o pratica, existem outras razões para, se possível, fazer #sexo todos os dias. Pesquisas ao redor do mundo vêm descobrindo que a prática frequente de relações sexuais pode ter efeitos bastante positivos para a saúde de homens e mulheres. Entre os benefícios da prática sexual, podemos incluir:

1 - O sexo diminui as chances de desenvolver câncer de próstata

Um estudo realizado na Austrália concluiu que homens que fazem sexo pelo menos 21 vezes por mês correm menos risco de desenvolver câncer de próstata. Segundo os cientistas, ejacular frequentemente expulsa toxinas que vão se acumulando nesta glândula masculina.

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2 – A prática frequente do sexo torna a aparência mais jovem

David Weeks, um pesquisador da Royal Hospital de Neuropsicologia, localizado em Edimburgo, capital da Escócia, escreveu em seu livro "Secrets of the Superyoung” (“Segredos do Superjovem“, em português) que fazer sexo três vezes por semana pode fazer uma pessoa parecer até 10 anos mais jovem do que realmente é.

3 - O corpo fica mais bem protegido se o indivíduo pratica sexo frequentemente

A prática do sexo estimula a produção do anticorpo chamado Imunoglobulina tipo A, responsável pela defesa das mucosas contra microrganismos invasores, funcionando portanto como primeira linha de defesa do organismo na prevenção de infecções.

4 - O sexo favorece um sono tranquilo

Além do sexo, como todo exercício, favorecer o sono, a liberação do hormônio oxitocina é estimulada pelo gozo sexual, e a substância não só facilita dormir como ajuda a garantir uma noite de sono tranquilo.

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Segundo o doutor Arun Ghosh, que trabalha no Spire Liverpool Hospital, localizado na Inglaterra, fazer sexo pode ser uma opção melhor do que tomar um comprimido para dormir.

5 - Ajuda a combater a dor

Segundo o Dr. George E. Erlich, um especialista em artrite que atua no estado americano da Filadélfia, existe uma relação entre a rotina sexual dos pacientes e o modo como o problema que ataca as articulações os afeta. Segundo estudo conduzido por ele, os pacientes com a doença que tiveram relações sexuais com mais frequência sofriam menos com as dores típicas do mal.