Há décadas, existe a lenda de um pretenso planeta nos confins do Sistema Solar, chamado Nibiru. O platônico astro, popularizado em todo o mundo na década de 1970, através do livro O 12º Planeta, de Zecharia Sitchin (1920-2010), desde então tem sido “visto”, “filmado”, ou “fotografado”, por entusiastas ao redor do globo.

Dessa vez não é diferente. Depois do escritor David Meade anunciar na imprensa, em 2 de janeiro, o lançamento do livro: Planeta X: A Chegada de 2017, onde ele acredita que a Terra será dizimada pela aproximação do corpo celeste em 5 de outubro, surge uma duvidosa filmagem do alegado Nibiru, sobre Boston (EUA), em 4 de janeiro.

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Segundo Dill Martin, autor da gravação, que tem vários vídeos do insólito Nibiru, ele está “revelando a verdade nestes tempos finais”. As informações são do jornal britânico Daily Star, de sexta-feira (13).

Martin, cujo perfil no Youtube demonstra predileções por dogmas religiosos e teorias conspiratórias, exibe o filme de 4min23seg, onde grava o nascer do Sol em uma área urbana de Boston.

Na ocasião, a nossa estrela surge à direita da tela, e próximo a ela, na esquerda da tela, uma luz menor, que o teórico conjectura ser o astro anunciado há 4 mil anos pela civilização Suméria, que viveu onde hoje é o Iraque.

“Este vídeo mostra claramente um planeta em ascensão com o Sol. Não há dúvidas sobre isso”, escreve o americano em seu canal no Youtube.

Embora a ilusão de dois astros possa acontecer em decorrência do reflexo da luz solar na lente da câmera, boa parte dos internautas avalia como real, o filme destacado por Martin.

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"Melhor prova até a data. Não [há como] negar isso agora”, declara Desiree Gruny.

Outro youtuber, identificado como csaved, considera Martin - que usa a foto de Jesus no perfil do site -, como um ser protegido de Deus.

“Mais uma vez obrigado meu irmão... você... nós... Todos nós sabemos que você certamente é abençoado por Deus todo poderoso”, comenta.

O conspirólogo, que jura ter flagrado Nibiru, diz que devido ao tamanho do astro os planetas serão drasticamente afetados.

“Por ser tão grande, sua presença no Sistema Solar produz mudanças importantes em todos os planetas, incluindo nosso Sol”, acredita.

Se o famigerado corpo celeste realmente existisse, certamente seria detectado por astrônomos profissionais e amadores.

Até o momento, a única descoberta a cerca de um astro nos confins do Sistema Solar, se refere ao gigantesco Planeta 9, cujas características ainda são pouco conhecidas.

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