A #Cerveja, bebida favorita dos brasileiros, principalmente no verão, pode ser boa para a saúde se consumida com moderação - 350ml (ou seja, uma latinha) no caso de mulheres e 700ml para homens por dia. Contudo, precisamos lembrar que seu excesso traz prejuízos, além de se tratar de uma bebida calórica.

Sendo provavelmente a mais antiga bebida alcoólica do mundo, era produzida por povos antigos como os sumérios, mesopotâmios, egípcios e ibéricos. Há indícios encontrados por arqueólogos de que os sumérios cultuavam uma deusa da cerveja, Ninkasi, datando de 2.600 anos antes de Cristo.

Por ser diurética e conter alto teor de água em sua composição, a cerveja previne a ocorrência de pedra nos rins e cálculo biliar.

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Além do mais, ela ajuda a manter os índices de colesterol estáveis, em função de uma substância presente na cevada, chamada betaglucano, uma espécie de fibra solúvel que reduz os níveis de LDL, a lipoproteína de baixa densidade, conhecida popularmente como "colesterol ruim".

A cevada, um dos componentes da cerveja, contém vitaminas do complexo B, além de vitamina E, cobre, fósforo, selênio e zinco. A vitamina E é uma aliada da pele, ajudando na cicatrização e o zinco tem diversos efeitos positivos para o organismo, auxiliando nosso sistema imunológico.

O aumento da sensibilidade à insulina e o fato de conter levedura de vitamina B, ajudando no combate à caspa, são outros benefícios interessantes. A presença do antioxidante Xanthohumol está associada à prevenção do câncer, embora estudos apontem que o consumo em grande quantidade possa debilitar o organismo e torná-lo predisposto ao ataque das células cancerígenas.

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O alto percentual de silício presente na bebida mostrou um aumento na densidade óssea do quadril, algo que também ocorre com pessoas que bebem vinho com regularidade. Porém, consumir muita cerveja ou vinho pode ter o efeito contrário, levando à perda da densidade.

Um estudo realizado pela Escola de #Saúde Pública T. H. Chan, instituto de Harvard, revela a complexidade dos efeitos do consumo de álcool no organismo de acordo com a quantidade consumida. Os efeitos de se beber moderadamente são positivos a longo prazo, diminuindo as chances de se desenvolver pressão alta, por exemplo. Contudo, um consumo excessivo faz com que você tenha grandes chances de sofrer um ataque cardíaco ou um derrame logo após beber.

Com tantas formas de se produzir e incrementar a cerveja, há inúmeras opções de sabores, sensações e experiências que nos permitem apreciar ainda mais a bebida alcoólica mais consumida em todo o mundo. Assim, se nos mantivermos dentro dos limites e procurarmos sempre evitar os exageros, só temos a nos beneficiar dessa grande invenção da humanidade.