Piolhos. Pequenas criaturas que podem causar um ataque cardíaco nos pais e professores de todo o mundo. Centenas de milhares de pessoas lidam com infestações de piolhos a cada ano. As principais vitimas dessa praga são as crianças, pois o contato físico entre elas é bem maior, principalmente em creches e escolas.

Nesses locais, é muito comum a criançada dividir objetos pessoais como bonés, pentes, escovas, almofadas, entre outros. Além disso, as crianças são menos sensíveis e geralmente não percebem que estão sendo picadas, o que facilita a infestação e atrasa o processo de tratamento.

Pensando nisso, separamos 4 fatos que, talvez, você não saiba sobre o #Piolho.

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1- Muitas espécies

Existem mais de 5.000 espécies de piolhos, que são extremamente minúsculos e não possuem asas. Piolhos adultos vivem cerca de 30 dias. Nesse período, eles se acasalam e as fêmeas põem ovos chamados lêndeas, entre os fios de cabelo. Elas se alimentam nas primeiras semanas, crescem e repetem o ciclo novamente. A boa notícia é que, das 5.000 mil espécies existentes, apenas três infectam seres humanos.

2- Piolho de corpo

Os piolhos de corpo estão intimamente relacionados aos piolhos, mas são considerados um tipo diferente, pois podem ser perigosos. Eles levam bactérias que causam doenças e as fezes de um piolho infectado podem contaminar um hospedeiro através de qualquer machucado que exista na pele, possibilitando o contato com a corrente sanguínea. A contaminação pode causar febre das trincheiras, que não é mortal, mas é muito grave, provocando temperaturas muito altas.

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3- Piolhos pubianos

Os piolhos pubianos são principalmente transmitidos através de relações sexuais. Os piolhos de cabeça e de corpo são mais intimamente relacionados entre si, mas os piolhos pubianos possuem uma relação muito mais distante. Além do contato sexual, esses parasitas podem ser transmitidos ao compartilhar uma cama ou toalhas, entre outros objetos pessoais.

4- Mutação genética

Um tipo de produto químico chamado "piretroide" costumava ser uma grande arma para matar todo tipo de inseto, incluindo o piolho. Mas, a partir dos anos 1990, esse produto ficou muito menos eficaz nesses parasitas. Os piolhos adquiriram uma mutação genética que os ajudou a sobreviver através da sensibilidade do sistema nervoso, mas existem outros produtos que ainda continuam sendo muito úteis, como o álcool, por exemplo. Se todas as alternativas falharem, ainda é possível recorrer ao velho pente fino. #Doença #Saúde