Em um dos contos de ficção científica (“Jokester”, traduzido no Brasil como “O Piadista”) do escritor americano Isaac Asimov, que nasceu na Rússia, mas depois conseguiu cidadania nos Estados Unidos, um dos personagens, interessado em piadas e na psicologia do #Humor, enumera algumas teorias dos especialistas para explicar a graça das piadas. Alguns dizem que achamos graça porque nos sentimos superiores aos personagens da piada, outros dizem que a graça é provocada por uma súbita percepção de que as coisas estão fora do lugar.

Outros ainda argumentam que a graça vem da liberação pela punchline (arremate, conclusão) da tensão construída ao longo da narração.

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O personagem conclui que a multiplicidade de teorias é prova de que os especialistas estão chutando e ninguém sabe a resposta certa. Então, se recorrer a um supercomputador e pergunta-lhe qual é a verdadeira origem da graça, os resultados são surpreendentes.

Bom, o que quer que seja que torne algo engraçado, não só piadas, ocorre por algo parecido com o que dizia um juiz da Suprema Corte Americana, Potter Stewart, que, julgando uma acusação de pornografia, afirmou que não conseguia definir de forma inteligível o que era pornografia pesada (hard-core pornography), mas que sabia reconhecê-la quando a via. Do mesmo jeito, você pode não saber o porquê da graça, mas certamente é capaz de, mesmo sem um supercomputador ou um juiz da Suprema Corte , reconhecê-la. E mais: apreciá-la. Reunimos aqui algumas fotos engraçadas para seu deleite:

1) É preciso um certo tipo de brilhantismo para conseguir fazer isso.

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A ideia desse tipo de obstáculo é fazer com que o motorista pare ou colida com ele, detendo-o, não subir nele.

2) A vantagem de ser uma boneca é que se você tem o costume de perder a cabeça com os problemas, é só desenhar um novo rosto.

3) A gente fica com pena, mas sabe-se lá o que elas fizeram para acabar colocadas em uma prisão móvel. Ou talvez seja um táxi com vista panorâmica.

4) Não, não é assim que se usa a poltrona do avião, mas admito que desse jeito há mais espaço para as pernas.

5) Há uma velha fábula zen atribuída ao próprio Buda: a de um homem que, perseguido por um tigre feroz, se pendura em um cipó em um desfiladeiro. Se ele sobe de volta, o tigre o pega; se ele continua se segurando no cipó, os camundongos que o estão roendo vão acabar derrubando-o sobre as pedras lá embaixo, matando-o.

De repente, o homem vê alguns morangos selvagens, estica uma das mãos para apanhar um deles enquanto continua a segurar o cipó com a outra e leva o morango à boca. Apenas com o espectro da morte rondando-o é que ele persegue o quanto os morangos são deliciosos.

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Bom, talvez isso explique essa vontade toda de colher frutas e ignorar o cachorro sanguinário lá embaixo. Buda entenderia.

6) Seria a mãe de Freddy Krueger?

7) Dizer o quê? Ensinar é um ato de amor. Ensinar bem sem ver a quem é mais ainda.

8) Talvez não um sorriso de orelha a orelha, mas de pé a pé.

9) Gastou menos dólares com isso do que gastaria comprando em uma loja física ou na internet.

10) Deveriam adotar essa ideia nos coletivos brasileiros, pelo menos assim entra uma brisa para as pernas.

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