Não é à toa que a prostituição é eufemisticamente chamada de "a profissão mais antiga". Basta dizer que o Antigo Testamento afirma que a conquista da Terra Prometida pelos judeus foi auxiliada por uma prostituta canaanita que acolheu os espiões israelitas enviados para auferir a situação.

No tempo e no espaço, as relações entre as vendedoras de sexo e as leis e costumes mudaram radicalmente. Em algumas épocas e lugares, elas chegaram a ser bastante estimadas e respeitadas. Hoje, infelizmente, na maior parte do mundo, elas são duramente estigmatizadas e seu trabalho, muitas vezes criminalizado e reprimido pelas autoridades.

Publicidade
Publicidade

Porém, por participarem de uma atividade íntima, geralmente praticada com certa dose de sigilo ou discrição, elas têm uma visão privilegiada de uma faceta do sexo, dos homens e da vida que permanece oculta para o resto da sociedade. A seguir, cinco fatos que as #garotas de programa conhecem mesmo que não revelem aos clientes:

1 – Objetos usados pelos clientes nem sempre são muito bem higienizados

Verdade seja dita, se negócios "respeitáveis" como restaurantes, lanchonetes e hotéis nem sempre são muito meticulosos com a higiene o que esperar das "zonas"? Por uma questão de economia, em muitos lugares, em vez de lavados, objetos como toalhas e roupa de cama são simplesmente pendurados em um varal para secar e arejar um pouco e depois reutilizados.

2 - Fazer sexo várias vezes por dia pode não ser imensamente prazeroso

Talvez pareça o emprego dos sonhos de alguns ou algumas, mas fazer sexo por obrigação profissional pode ser chato ou mesmo virar uma tortura.

Publicidade

Afinal, trata-se de um trabalho, ou seja, o próprio prazer fica subordinado às necessidades do negócio, neste caso a satisfação dos clientes. E, como se ganha por cliente, a mulher pode se ver compelida ou pelo menos induzida a fazer sexo quando (ou com quem) preferiria não fazer. Levando em conta o desconforto de tal situação e a interação nem sempre fácil com outro ser humano, pode ser bem pior do que ter que fazer aquela chatíssima planilha de custos para a reunião do dia seguinte.

3 - Elas provavelmente não querem conhecer a intimidade do cliente

Embora sexo e intimidade emocional andem juntos nos relacionamentos "normais", eles estão naturalmente desvinculados quando se lida com uma garota de programa. O serviço que ela vende é o sexo. Outro vínculo pode surgir, mas não é garantido.

4 - Elas são maltratadas por alguns clientes.Infelizmente, é previsível: um homem que procura uma profissional do sexo está tentando satisfazer seus desejos sexuais - e está pagando. Junte-se a isso o baixo valor dado pela sociedade às prostitutas.

Publicidade

Alguns clientes acabam se sentindo no direito de maltratar e desprezar as mulheres que os atendem, como se fossem brinquedinhos sexuais descartáveis.

5 - Elas não estão lá para massagear o ego do cliente

Há clientes que contratam profissionais do sexo porque querem alguém que os elogie e ature suas personalidades pouco agradáveis - coisa que muitas mulheres se recusaram/recusariam a fazer. Como observado acima serviço negociado por prostitutas é o sexo – o que não dispensa a gentileza que se deve a qualquer ser humano, mas não as torna bajuladoras de gente chata. #segredos