Uma decisão, no mínimo, inusitada, foi a que a advogada Cláudia Marchi, de 34 anos, tomou ao desistir da brilhante carreira de advogada para tornar-se uma prostituta de luxo. Ela tomou a decisão depois de muito pensar e ver que valia a pena investir na nova e mais antiga profissão do mundo. Sendo assim, devolveu sua carteira de inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sob o número 63-467, expedida em 2005, no Rio Grande do Sul..

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Além de advogada, a gaúcha de Passo Fundo também exercia o magistério como professora universitária em Mato Grosso. Logo se vê que a ex-advogada tinha um futuro profissional bastante promissor, mas parece que não estava muito satisfeita com as profissões que exercia.

A acompanhante de luxo explica que a decisão veio por conta de uma injustiça que acha ter sofrido, pois foi demitida sem justa causa da Faculdade de Sorriso, do Grupo Unic, onde lecionava Direito Constitucional, matéria que era sua especialidade, em 2016. Tanto instituição, quanto ex-funcionária, não deram maiores detalhes sobre o desligamento.

Além da desilusão profissional, a loira relata que teve muitas desilusões amorosas, como um casamento fracassado. "Tanto no casamento quanto nos meus namoros, o #sexo era o que havia de mais especial, então resolvi aproveitar só a cereja do bolo", conta a gaúcha.

E foi assim que Cláudia começou sua nova função; no dia 11 de abril, a loira se instalava em #Brasília, prontinha para começar a trabalhar como acompanhante de luxo.

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Muito esperta, ela criou um #Blog no qual relata suas aventuras apimentadas com vários homens. Ao falar sobre sua atual profissão, a cortesã e blogger demonstra sua total satisfação no novo ofício. Nas páginas de seu blog, ela conta todas as artimanhas sexuais que emprega para satisfazer o cliente.

"Seu maior prazer"

No site, a ex-advogada se apresenta como uma mulher fina, culta e bela. "Cláudia Marchi, vulgo seu maior prazer", assim ela enche os olhos do cliente. Quando iniciou, há dez meses, a loira cobrava R$ 500 a hora, mas a pouco tempo reajustou para R$ 600, por conta da inflação.

A jovem, de 1,69 m e corpo perfeito, diz que, além do corpo, também vende cultura e jamais aceitou um cliente que não falasse o português correto. "Se o cara fala errado eu dispenso", afirma.

Ela atende somente dois clientes por dia e exclusivamente masculinos.