Acreditar no tratamento, no médico, em si mesmo e na recuperação é extremamente importante e pode ajudar inclusive no resultado e na #Cura de diversos problemas. Por isso, ao descobrir uma doença, é importante que o paciente não se entregue e sempre escolha a opção de acreditar na recuperação, ser otimista e se empenhar mental e fisicamente para reverter a situação.

De qual forma você professa sua fé? Essa pergunta foi realizada pelo médico Paulo de Tarso Lima aos seus pacientes durante a primeira consulta. Faz parte de sua rotina conversar sobre esse tema com os pacientes no setor de oncologia do Hospital Albert Einstein, um dos mais renomados do país.

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O hospital fica localizado em São Paulo e Lima é coordenador do SMI (Serviço de Medicina Integrativa). Se o paciente frequenta alguma igreja, ele anota na receita do paciente: aumente a frequência aos cultos. Se o paciente tem o desejo de receber a visita de um pastor, padre ou rabino, o hospital manda chamar. Se por acaso o desejo do paciente é fazer meditação, eles fazem uma convocação de professores de ioga. O Hospital Albert Einstein usa a fé como um grande remédio para o tratamento de doenças graves.

Existem outros hospitais que usam a mesma conduta, como é o caso da Santa Casa de Porto Alegre. Uma pesquisa inédita está sendo realizada pelo hospital, em parceria com a Universidade Duke, nos Estados Unidos, para que assim eles possam determinar os benefícios biológicos proporcionados pela fé.

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Eles pretendem descobrir com este estudo, se por acaso os pacientes operados de ponte de safena tem menos inflamações no pós-operatório. A hipótese já foi levantada em outros estudos. Em religiosos, o marcador de inflamações parece apresentar níveis menores, explicou o cardiologista Mauro Pontes, coordenador do Centro de Pesquisa do Hospital São Francisco, este hospital faz parte de um dos sete do complexo da Santa Casa da capital gaúcha.

Existe uma disciplina exclusiva a cerca do assunto nas principais faculdades americanas. Os benefícios que a fé proporciona à saúde tem base científica, foi o que apontaram uma série de estudos nas últimas décadas.

Os estudos revelaram que devotos religiosos são mais felizes e vivem mais que a média da população. Nos devotos, mesmo após o diagnóstico da doença, os níveis de estresse e inflamações são consideravelmente menores. Ainda de acordo com Paulo Lima, o paciente com fé tem mais recursos internos para lidar com a doença.

O cirurgião cardíaco Fernando Lucchese, juntamente com o psiquiatra americano Harold Koenig, está escrevendo o livro A Revolução Espiritual. De acordo com o cirurgião, é dever de todo o médico atender as necessidades espirituais do seu paciente. #Fé #Curiosidades