Os antigos romanos tinham a expressão "caveat emptor", que pode ser traduzida como "tome cuidado, comprador" ou "que o comprador tome cuidado". Modernamente, a expressão é usada para se referir a negócios em que o vendedor não se responsabiliza pelo estado ou procedência do produto ou por defeitos que o tornem menos úteis ou inúteis para os fins desejados pelo comprador.

As compras pela #Internet possuem diversas vantagens, tais como comodidade, diversidade de oferta e oportunidades de buscar bons preços. Infelizmente, porém, a rede, devido a algumas das características das transações que nela se realizam, como impossibilidade de tocar os produtos ou experimentar a esmagadora maioria deles, tornou-se um espaço para trambiques que fariam um comerciante romano corar.

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A seguir, estão as fotos que retratam enormes decepções causadas por compras online:

1 - O sujeito comprou para a mulher uma caneca que, segundo o prometido, deveria mudar de cor quando aquecida, revelando uma bela cena natalina. A realidade foi bem diferente. O homem quer o dinheiro de volta e deu só uma estrelinha em sua resenha, que intitulou de "bad product" (ou seja, "produto ruim").

2 - O mais provável é que a fábrica de fantasias tenha contratado o cara que inventou aquelas fotos de propagandas de fast food, que "são apenas ilustrativas" e não tem nada a ver com o produto que as pessoas acabam recebendo.

3 - A fantasia recebida não assusta e nem dá para sentir medo de monstros e caveiras quando existe no mundo coisa pior: gente que consegue se dar bem vendendo produtos completamente diferentes dos prometidos.

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4- A moça recebeu o mesmo produto anunciado, só que completamente diferente.

5 - A imagem da esquerda é a da propaganda. A da direita é do produto efetivamente entregue no mundo real, como se pode ver pelo jeito de quem foi maltratado pela vida.

6 - Bom, não é o top que ela pensava que tinha comprado, mas, no campo das notícias positivas, o gato dela ganhou um avental ou camisola bem chique.

7 - É verdade que praticamente toda roupa vai fica melhor em um(a) modelo (a) (o que, aliás, já é meia-trapaça), mas a diferença entre o produto oferecido e o entregue é gritante. É como se a verba só tivesse dado para fazer uma peça decente e eles a usaram na propaganda.