Que #Assédio sexual é crime, isso todo mundo já sabe. Mesmo isso sendo do conhecimento de todos ainda é grande o número de mulheres que se dizem vítimas de alguns excessos por parte dos homens. A reclamação de boa parte das mulheres vítimas desse crime dizem terem sido assediadas no próprio ambiente de trabalho. E, ao contrário do que se pensa, nem sempre a violência parte do chefe, muitas vezes, pode vim do seu colega de escritório ou até mesmo de uma pessoa da sua confiança.

A respeito desse crime que assombra as mulheres de várias camadas da sociedade, está sendo divulgado nos sites de notícias do Brasil um possível caso de assédio sexual envolvendo o galã da Rede Globo, José Mayer, e algumas funcionárias também da emissora.

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O caso foi relatado pelo jornalista Leo Dias através da sua coluna. Ele disse que uma das mulheres que preferiu não ser identificada procurou a coluna e contou que o galã chegou a tocá-la à força e, na recusa do contato físico começou a xingá-la.

Segundo o colunista, essa não foi a primeira vez que Mayer comete exageros com as funcionárias da emissora. Em outra ocasião, uma outra mulher chegou a pedir demissão após receber algumas investidas do ator. Todos os dois casos foram reportados ao departamento de Recursos Humanos da emissora.

A emissora carioca foi procurada pelo site Purepeople para prestar esclarecimentos sobre o caso, todavia, eles deixaram claro que não comentam nada sobre os assuntos de seus funcionários. "O desrespeito no ambiente de trabalho não é tolerado pela emissora.

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A #Globo não comenta assuntos internos", disse parte de uma nota lançada pela emissora. Até o momento, José Mayer também não se pronunciou sobre o caso.

O Código Penal brasileiro condena tanto o assédio moral quanto o sexual no ambiente de trabalho. Segundo o artigo 216A, é considerado assédio sexual quando a pessoa se aproveita do cargo exercido para retirar vantagem sexual de um subordinado. ­Caso seja provada tal conduta, o agressor pode pegar de 1 a 2 anos de detenção, além de arcar com outros prejuízos que a vítima tenha sofrido.