Rachel Crawley sofreu, durante sua adolescência, por um problema muito forte de acne e por isso foi muitas vezes humilhada pelos colegas. Alguns mais cruéis diziam mesmo que Rachel tinha "o rosto da doença". Porém, a menina é quem está rindo por último e apesar desse problema, ela é finalista de um concurso de miss, na Inglaterra. Depois de tamanha conquista, ela conta como odiava se olhar no espelho, mas que agora sua confiança cresceu e ela superou o #bullying que sofreu durante anos.

Os episódios de #Acne começaram quando Rachel tinha somente 16 anos. A menina ficava com tantas manchas e espinhas em seu rosto que ela tinha até vergonha de sair de casa.

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Ela até deixava de ir em festas, só para ninguém fazer piada dela. No colégio, sua vida era um inferno, ouvindo os comentários mais horríveis que se podem imaginar.

As espinhas e cicatrizes de acne, no seu rosto, derrubaram sua confiança por completo. Ela odiava sua imagem e ela se odiava mesmo, se sentindo feia, muito por culpa dos ataques que sofria por parte dos colegas.

Até quando criou uma conta no Instagram, ela teve que ler alguns comentários, sugerindo que até era difícil olhar para seu rosto. Apesar de alguns comentários maldosos, outras pessoas até sugeriram para ela participar no concurso, falando que ela era linda. Foi aí que Rachel conseguiu superar e hoje se sente orgulhosa por estar na final do concurso de #Beleza de Miss Preston 2017, na Inglaterra.

"Quando me pediram pela primeira vez para entrar no concurso, eu não estava confiante o suficiente para fazê-lo.

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Eu parei de sair com meus amigos e não queria que ninguém me visse sem maquiagem", disse Rachel, em declarações citadas pelo jornal Mirror. Para a jovem, a justificação seria bem simples: "Eu olhava no espelho e odiava a pessoa que estava olhando para mim, então eu pensei que se eu não gostava, ninguém mais gostaria de mim também".

Depois de o pior já ter passado, Rachel tem recebido alguns comentários de muitas garotas, com o mesmo problema de pele, chamando-a de "inspiradora". Entretanto, o acne passou, e ficaram as marcas. Apesar de isso, Rachel não sente mais necessidade de estar sempre cobrindo com maquiagem e acabou aceitando a sua pele: "As meninas precisam entender que elas são bonitas, não importa o quê. "Eu não quero que outras garotas se sintam da maneira que eu me senti, e espero que eu possa mostrar-lhes que elas não precisam".