A busca contínua pelo prazer, que é constantemente realizada pelo ser humano, tem sido modernizada e elevada para um nível que antes pouco era conhecido, o qual envolve as tecnologias e inovações do mundo virtual.

O tipo de conquista convencional, onde o método “olho no olho” era o único utilizado para se conseguir formar relacionamentos, hoje já não é mais a única alternativa para as pessoas que estão busca da sua alma gêmea. Assim, a tecnologia ganhou o seu espaço, inclusive em relação ao #sexo.

Segundo a sexóloga palestrante especializada no assunto Carmem Janssen, os casais estão criando uma nova modalidade de prazer através dos encontros pela #Internet, uma forma de extravasar seus desejos mais ocultos e de sair da rotina.

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Com isso, o #sexo virtual se tornou uma prática recorrente entre essas pessoas, um método prazeroso, porém que traz alguns riscos. Veja a seguir quais são os mitos e verdades sobre o sexo virtual e tire as suas dúvidas:

É traição fazer sexo virtual com outra pessoa que não seja o cônjuge?

A sexóloga explica que amor e sexo são coisas distintas, e as fantasias sexuais não são pensamentos limitados que alguém crie com uma pessoa só. Para algumas pessoas, ter relações íntimas pela internet de modo virtual é considerado traição, mas para outras, isso só ocorre quando há algum tipo de envolvimento afetivo. Ou seja, cada pessoa possui um conceito diferente do que é traição e quando ela ocorre de verdade.

Pode ser perigoso?

É claro que todo cuidado ainda é pouco quando o assunto é se relacionar pela internet. Afinal de contas, não conhecemos quem está do outro lado, pode ser um assassino, alguém que quer apenas suas fotos íntimas ou um bandido qualquer.

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Porém, mesmo assim, existem pessoas que conseguem se relacionar virtualmente tomando as precauções necessárias. Por isso, existem muitos casos que já deram certo desse modo, sendo que é lógico que ainda há exceções.

Segundo a especialista, a pessoa que está lá do outro lado deve ser muito bem investigada pela que está interessada. Neste caso, o indicado é observar bem se ele(a) está falando mesmo a verdade sobre si e tentar não fazer nada de maneira precipitada.

A troca de nomes traz segurança?

“Somente a troca de nome não garante segurança”, disse Carmem. Pois, neste caso, a pessoa pode dar usar um pseudônimo e ainda continuar no anonimato para que continue se protegendo e fazendo tudo o que deseja sem maiores preocupações.

Sexo virtual vicia?

Esse tipo de atividade não costuma viciar, pelo que conta a especialista. Porém, se a pessoa já tiver algum tipo de problema psicológico, pode vir a desenvolver algo como, por exemplo, a ninfomania – o desejo incontrolável por sexo. Transtornos assim não possuem limites, são perigosos e prejudiciais.

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É preciso que a pessoa estabeleça limites para que isso não ocorra, mas se caso vier a acontecer, é imprescindível que ela procure a ajuda psicológica de um médico o quanto antes possível.

Existe um lado positivo?

As fantasias que podem ser realizadas através do sexo virtual são um dos benefícios que a prática pode trazer. Muitas pessoas possuem esses desejos reprimidos que, através da internet, colocam para fora, desfrutando assim de um prazer puro e único.

Mas é preciso ressaltar que, se a pessoa vê no mundo virtual a única maneira de se relacionar, é preciso reavaliar esses atos, pois podem ser nocivos. Elas podem estar passando por um medo ou uma dificuldade muito extrema em se relacionar de verdade na vida real e isso não é bom, não é saudável e pode acarretar em problemas psicológicos futuros.