Desde muito tempo atrás, a ideia de que alguns tipos de #alimentos podem aumentar o #apetite sexual de uma pessoa já existia. São tipos de comida, como chocolate, ostras, amendoim, pimenta e muitas outras, que são consideradas afrodisíacas, porém, pouco se sabe se isso realmente seria verdade.

Os alimentos afrodisíacos realmente existem e funcionam?

Segundo a psicóloga Lynn Edlen-Nezin, em entrevista ao site da CNN, em primeiro lugar, as pessoas devem aprender a diferenciar ‘libido’ de ‘desempenho sexual’, pois uma coisa difere da outra. Os alimentos, sejam eles #afrodisíacos ou não, não possuem funções para impulsionar desejos em uma pessoa.

Tudo não passa de um mito?

Tal crença popular não tem nenhum fundamento cientifico comprovado, foi o que garantiu Lynn.

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E ela ainda explicou que o principal ingrediente que pode apimentar uma relação é o hormônio testosterona, esse sim aumenta o desejo sexual, seja para o homem, como para a mulher.

Segundo a especialista, se uma pessoa tiver o nível de testosterona bem regulado em seu organismo, ela terá uma libido perfeito. Apesar de certos alimentos afetarem na produção desse hormônio, a simples ingestão dos mesmos não impulsionam a função da substância no corpo.

Como esses alimentos agem no organismo

Lynn deu um exemplo de alimento considerado afrodisíaco: as ostras. Segundo ela, o fruto do mar é uma fonte rica em zinco, que, por sinal, desempenha um papel muito importante na hora de regular a testosterona do organismo. Porém, mesmo assim, a quantidade que o alimento deveria ser consumido para se ter um real impacto na libido ainda é desconhecida.

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A psicóloga ainda concluiu dizendo que os conceitos que envolvem os alimentos afrodisíacos são apenas baseados em uma cadeia lógica de raciocínio, que não são comprovadas cientificamente e nem avaliadas por pesquisadores.

Ou seja, ainda não existe prova de que certos tipos de comida podem causar efeitos no ser humano, ou que sejam capazes de fazê-los sentirem mais desejos sexuais. Porém também não existe nada que comprove o contrário, então, não custa nada experimentar, não é mesmo?