No dia 8 de março é comemorado, no mundo inteiro, o Dia Internacional da #Mulher. O motivo deste dia está marcado em nossos calendários como o dia em que prestamos homenagens às mulheres é que, no dia 08 de março de 1917, cerca de 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, na Rússia, contra más condições de trabalho, a participação da Rússia na Primeira Guerra Mundial, e a fome no país.

Em 1921, a data foi oficializada como o Dia Internacional da Mulher. Outros acontecimentos, como um incêndio que matou 129 mulheres em uma fábrica em Nova York, também ocorrido em um mês de março, de 1911, marcaram a escolha do mês de março como sendo o Mês da Mulher.

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Para comemorar este #Dia da Mulher com justiça, confira uma lista de 5 mulheres poderosas que provaram que esta #História de ''sexo frágil'' simplesmente não existe:

Ada Lovelace

Ada Lovelace, nascida em 1815, no Reino Unido. É considerada a primeira programadora do mundo. Muito antes do mundo sonhar com a ideia de computadores pessoais, Ada demonstrou seus talentos em estudos de lógica e matemática. Esses estudos, no entanto, permaneceram esquecidos até os anos 40, quando Alan Turing os utilizou como fonte essencial de inspiração para seu trabalho, dando origem aos primeiros computadores modernos.

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Sem Ada Lovelace, portanto, os computadores talvez não fossem aquilo que conhecemos hoje.

Marie Curie

Marie Curie nasceu em 1867, em Varsóvia, e foi pioneira nos estudos no ramo da radioatividade. Foi também a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel, e a primeira e única pessoa a ganhar o prêmio duas vezes. Curie também foi a primeira mulher admitida para ensinar como professora na Universidade de Paris.

Seus feitos incluem a conclusão da teoria da radioatividade - um termo cunhado pela própria Marie Curie -, técnicas de isolamento de isótopos radioativos e a descoberta de dois elementos da tabela periódica, o rádio e o polônio (batizado em homenagem a sua terra natal, a Polônia).

A cientista fundou dois institutos de pesquisas médicas em Paris e Varsóvia, e morreu, em decorrência de uma leucemia, provavelmente pela exposição prolongada à teste de rádio que carregava consigo durante as pesquisas e ao longo de seu serviço na Primeira Guerra Mundial, ocasião na qual montou unidades móveis de raios-X para auxílio médico.

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Maria Quitéria de Jesus

Maria Quitéria de Jesus nasceu em Feira de Santana, no ano de 1792. Foi uma heroína da Guerra da Independência, tendo lutado também, meses antes e disfarçada de homem, em batalhas travadas na Bahia. Foi a primeira mulher a assentar praça em uma unidade militar das Forças Armadas Brasileiras e a combater pelo Brasil.

Sem a permissão do pai para alistar-se no exército, Maria Quitéria estava noiva quando fugiu para casa de sua meia-irmã e com auxílio desta e do marido, cortou os cabelos e vestiu-se como homem, e rumou para a vila de Cachoeira, onde se alistou no Regimento de Artilharia sob o nome de Medeiros.

Mata Hari

O verdadeiro nome de Mata Hari, uma dançarina exótica acusada de ter servido como espiã na Primeira Guerra Mundial, era Margareth Gertruida Zelle. O pseudônimo Mata Hari significa Sol em malaio e indonésio, e fazia parte de sua caracterização como uma princesa javanesa em suas apresentações. Mata Hari nasceu nos Países Baixos, em 1876, e até hoje é considerada um símbolo de ousadia.

Como cortesã, ela dormiu com oficiais, tanto franceses como alemães, e, ao que tudo indica, agia como agente dupla, de modo que é possível afirmar que esta mulher pode ter definido muito os rumos da Guerra. Por essa razão, foi condenada como espiã e fuzilada.

Carmen Miranda

Carmen Miranda nasceu em Portugal em 1909. Trabalhou no rádio, no teatro, no cinema e da televisão, e sua carreira artística estourou tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre as décadas de 1930 e 1950. Ditava moda e tinha como um de seus objetivos principais representar o Brasil no exterior. Foi eleita a 15ª maior voz da música brasileira pela revista Rolling Stone.