Seja por vontade própria ou apenas porque nasceram assim, algumas mulheres apresentam condições físicas tão diferentes e incomuns que acabam despertando muita atenção por onde passam.

O que dizer de uma mulher que tem as unhas maiores do mundo, chegando a oitenta centímetros de comprimento? Esse foi o projeto de uma norte-americana, hoje com 75 anos, que sonhava em ocupar o Guiness Book neste quesito. Ela deixou as unhas crescerem desde 1979 e conseguiu quebrar recordes. Porém, sempre que caminha pelas redondezas da cidade onde mora, produz efeitos assustadores nas pessoas.

Ela jura que não tem problemas para executar tarefas rotineiras, como dirigir e até cuidar do marido doente.

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Mas admite que já se acidentou enquanto guiava, ao se ferir com a própria unha.

Há ainda o caso das gêmeas siamesas que nasceram em 1990 com essa anomalia e que vivem normalmente até hoje com suas duas cabeças presas a um único tronco. Embora estejam unidades em um corpo aparentemente até bem simétrico, por dentro do organismo os órgãos são duplicados. Elas têm dois pulmões, dois corações, dois estômagos, duas medulas espinhais, e assim por diante.

Aprenderam desde cedo a desenvolver com sincronismo atividades como andar, nadar, bater palmas e até mesmo dirigir.

E o que dizer de uma mulher que pesa apenas 25 quilos? A mulher mais magra do mundo morava na Rússia e hoje vive em Mônaco. Ela não escolheu ser assim e sofre com as consequências de seu problema, decorrente de um distúrbio alimentar adquirido ainda na infância, quando sua mãe a perseguia para que ela não comesse muito e não engordasse como os parentes.

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O mais triste de tudo é que ela recebe cartas e e-mails de muitas meninas que acham o máximo sua aparência esquelética e lhe pedem conselhos de como podem ficar do mesmo jeito. Ela se recusou a ajudar suas admiradoras a morrerem e iniciou uma campanha que se dedica a alertar para os perigos dos distúrbios alimentares.

Outra mulher que vive nos Estados Unidos tem as pernas muito diferentes de qualquer outra. Ela sofre de uma doença que faz os membros inferiores crescerem sem parar, descontroladamente. Por causa disso, não pode se locomover e onde vai precisa de ajuda.

Em 2010 ela amputou a perna esquerda e mesmo com a operação a perna não parou de crescer. Alguns pesquisadores e especialistas dizem que essa enfermidade é inédita na medicina. Aos 33 anos, um dos pés mede 40 centímetros de comprimento e 17 de largura.

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