O corpo feminino é algo elástico e sensível [VIDEO]. Ele é capaz de se expandir e acomodar desde o órgão sexual masculino até a saída de um bebê. Nem mesmo o maior órgão masculino se compara em largura à cabeça de um feto. Esse certamente é um dos fatos que oferece muitas #Curiosidades, pois é comum pensar que o órgão genital feminino passa por muitas mudanças durante esses acontecimentos.

É natural achar que o órgão sexual feminino se torne mais “aberto” durante a prática constante do ato íntimo, ou quando se tem relação com um homem cujo “documento” seja maior do que o esperado. Porém, raramente alguém já questionou um ginecologista sobre o assunto, seja por vergonha ou por medo de ser julgado.

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Pensando nisso, foram reunidos alguns trechos de uma entrevista feita pela revista norte-americana Women’s Health, com a ginecologista Lauren Streicher, que explica claramente qual é a mudança que o órgão sexual feminino sofre depois do amor; acompanhe!

A ginecologista começa explicando que “o corpo feminino é totalmente flexível e consegue se ampliar para receber, desde o órgão sexual masculino até a saída de um feto. Por isso, nem o órgão sexual masculino e nem o parto é capaz de afetar o tamanho e largura dessa parte do corpo feminino”.

Durante a entrevista, a especialista faz um alerta: “É importante ficar atenta com a lubrificação íntima, principalmente na hora do amor. Estar lubrificada deixa o amor mais prazeroso e confortável. Caso isso não aconteça de forma natural, recorra a um lubrificante íntimo que seu ginecologista indicar”.

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É normal se sentir “frouxa” depois do amor?

A ginecologista conta que essa dúvida é muito comum em seu consultório médico e esclarece que, realmente, o órgão íntimo pode passar por algumas alterações depois do amor. “Ela acabou de se dilatar para receber outro corpo e, logicamente, que tende a voltar ao normal em pouco tempo, podendo levar alguns minutos ou horas, mas ela realmente vai ficar mais frouxa depois do ato”.

Se a mulher sentir que essa mudança não é normal, certamente o problema não está somente em seu órgão íntimo, mas sim, nos músculos do assoalho pélvico, explica a ginecologista. “A mulher pode praticar alguns exercícios que fortalecem essa região. O importante é que ela procure auxilio médico, pois somente ele poderá diagnosticar e indicar o melhor método para reparar algo que não esteja indo bem em seu corpo”, finaliza a especialista. #Ciência