Essa semana o governo russo, mostrou ao mundo o seu primeiro robô-humanóide que poderá ser enviado ao espaço em 2021. A inteligência artificial criada se chama F.E.D.O.R e poderá garantir que inúmeras tarefas que não conseguiam ser realizadas por humanos possam ser substituídas pela máquina. As informações são de que o robô apresenta uma base de dados extensa e que pode realizar funções de extrema delicadeza. O refinamento da programação utilizada para poder comandar a máquina, resultaram no aperfeiçoamento das ações que são feitas por ela. Dentre as muitas capacidades do robô estão a de atirar com as duas mãos, de uma única vez. Ele consegue manejar a arma e atingir um alvo especificado, de modo a combater possíveis inimigos.

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Mas esse não é o que de melhor ele conseguirá fazer, porque antes de acertar um possível alvo, ele será capaz de premeditar e organizar a tomada de decisões corretas quanto ao tiro. Esse elaborado sistema permitirá um controle refinado nas ações a serem executadas pela máquina. Algumas imagens divulgadas na internet mostram o protótipo realizando tarefas de trato fino, como concertar eletrônicos e peças muito pequenas, além de subir escadas, cumprimentar e atirar.

Com o formato de um corpo humano, o robô impressiona pela sua capacidade para executar os comandos de maneira tão precisa.

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O empreendimento grande de criação da máquina envolveu não só muito conhecimento tecnológico, como investimentos financeiros altos, e a proposta é que a máquina consiga ajudar quando for enviada ao espaço. Veja as habilidades impressionantes do robô no link a seguir:

De acordo com o vice-primeiro ministro russo, Dmitry Rogozin, a #Tecnologia foi criada para agir em favor do país. Segundo ele, o robô não seria apenas uma máquina preparada para atirar, como muitas pessoas estão dizendo. Ao contrário de ser um ‘exterminador do futuro’, é um protótipo que tem como principal característica a capacidade de organizar dados para poder planejar suas ações, e isso é o que mais se ganha em ter uma máquina como essa. Ainda segundo ele, o robô-humanoide poderá, por exemplo, sair para missões no espaço aberto para poder executar tarefas como concertos mecânicos, incursões em locais onde os astronautas não conseguem ir. Além disso, a perspectiva é a de que algum dia a máquina possa embarcar sozinha, e permanecer por tempo indeterminado executando tarefas e ajudando em novas descobertas fora da Terra.