Tudo o que envolve sentimentos, afetos e relacionamentos entre as pessoas acaba despertando a atenção e curiosidade de muitos. Surgem as perguntas que insistem em ter respostas, tais como: quem nunca se apaixonou? Existe diferença entre paixão e amor? Para estar apaixonado é necessário realmente que se pratique sexo? Enfim, independente da cultura ou país de origem, grande parte da humanidade já vivenciou sentimentos feridos, desilusão amorosa e profunda decepção por não ter encontrado a tão almejada felicidade nas relações afetivas que teve a oportunidade de entrar, causando um “gosto”, em alguns momentos, de doçura e em outros momentos, de profunda amargura da #paixão..

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Quando o indivíduo relata que sentiu "aquele frio na barriga" ou que o coração disparou semelhante a um "cavalo selvagem", tudo isso confere a certeza de que a humanidade foi desenvolvida com a capacidade de amar e, consequentemente, de ser amada com reciprocidade. Alguns indivíduos apaixonados costumam fazer as denominadas “loucuras de #amor”; sendo que, determinadas ações se esvaíram em resultados muito infelizes, mas outras conferiram momentos de felicidades, que moldaram a essência e o #Comportamento das pessoas.

Ao contrário do que muitos românticos pensam, é o cérebro, e não o coração, o principal responsável pelas loucuras de amor. De acordo com o site “Super”, existem quatro formas do cérebro agir quando a pessoa está perdidamente apaixonada.

  • Neurônios: Helen Fisher, que é antropologista, por meio de estudos, afirma que o sistema límbico, responsável pelo controle funcional das emoções, é automaticamente “ligado” quando a pessoa se apaixona.

Quando a pessoa a todo momento se lembra ou pensa no alvo da paixão, a dopamina é liberada em maior quantidade pelos neurônios, valendo frisar de que esse hormônio causa o prazer, felicidade e euforia no indivíduo.

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A quantidade elevada de dopamina se dá quando ocorre uma atração demasiadamente forte de uma pessoa por alguém ou em situações conhecidas como amor à primeira vista.

  • Glândula adrenal: as pessoas ao se apaixonarem têm os batimentos dos músculos cardíacos acelerados, causando o que alguns descrevem como "borboletas no estômago", quando a pessoa alvo da paixão é vista.

Isso ocorre porque o cérebro sinaliza à glândula adrenal, inserida nos rins, a partir de onde são bombeados hormônios como a norepinefrina e a adrenalina, que além de aumentar as batidas do coração, intensificam a vontade de se estar próximo ao amado.

  • Amígdala: quando o indivíduo abre mão de suas atividades corriqueiras somente para ficar perto da pessoa amada, isso sugere que a mesma foi "danificada", daí a expressão popular de que "o amor é cego".

A explicação científica é de que por a amígdala se localizar no lobo temporal do cérebro, sendo responsável pela dita percepção semiconsciente e padronização dos comportamentos apropriados em cada uma das situações, há o reconhecimento das áreas de risco e tudo mais que diz respeito à memória emocional que o ser humano tem dos acontecimentos que o cercam..

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Estudos paralelos descobriram ainda que os apaixonados fabricam menor quantidade do hormônio serotonina, o que leva a comportamentos "obcecados e loucos" pelo par. É o mesmo mecanismo que ocorre com indivíduos acometidos pelo transtorno obsessivo-compulsivo.