Faz parte da natureza humana a barriga da mulher crescer durante a gestação; crescer após o nascimento do bebê, entretanto, é de se estranhar. Foi isso que aconteceu com a jovem russa Yulia Selina, de 34 anos, estava ansiosa para o nascimento do seu segundo filho.

A opção de Yulia era de ter um #parto normal e, até então, assim ia ser. Uma complicação na posição do bebê, contudo, causou uma mudança de planos. Os médicos decidiram fazer uma cesariana, um procedimento relativamente simples, mas que acabou tomando grandes proporções.

Dima nasceu cheia de saúde. Yulia, em compensação, começou a se sentir mal. Sua barriga inchou mais do que quando estava grávida e dores atingiram graus insuportáveis.

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Tanto Yulia quanto os médicos pensavam que as dores fossem uma reação à operação; mas à medida que o tempo passava, a dor só aumentava e Yulia se desesperava. Os médicos, contudo, ainda mantiveram a ideia de que tudo não passava de reações.

Ainda com dores, Yulia passou a sentir também febre. Depois de muito sofrer por 24 dias, finalmente foi internada em outro hospital. Nas ultrassonografias, foram identificadas uma grande quantidade de líquido e algo que não conseguiam dizer o que era apenas pelas imagens.

A moça estava com uma infecção e, após 5 horas de cirurgia, já haviam retirado 2 litros e meio de pus de sua barriga causados por um avental cirúrgico esquecido dentro da jovem na cirurgia anterior. Os médicos ficaram chocados.

Após se recuperar da cirurgia, Yulia ficou em choque ao descobrir a verdade.

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Ficou muito decepcionada com a tamanha falta de atenção e irresponsabilidade dos antigos médicos.

Yulia, apesar da indignação, pratica compaixão e pensa em perdoar os médicos, apesar de querer que paguem pelos atos irresponsáveis. Ela entrou com uma ação judicial contra o hospital. Advogados estão pensando em um melhor jeito de puni-los, para que evite que tais situações absurdas sejam repetidas com outras pessoas. O objetivo principal de Yulia não é o processo, mas sim, o bem estar de sua família, já que ela e seus filhos estão vivos e saudáveis.

O caso de Yulia não é exclusivo. Todo cuidado é pouco com uma profissão que lida com o bem mais precioso e raro que existe: a vida. Erros médicos, como o da jovem russa, acontecem em todas partes do mundo. Porém, é algo que precisa ser evitado.