Se você ou sua mulher disserem numa conversa de amigos que limpar é uma tarefa trabalhosa e relativamente fácil, é porque nunca pensaram nos agentes policiais, no IML ou pessoas contratadas por firmas especializadas para deixarem a cena do #Crime intacta, sem nenhum vestígio ou resto.

Parte componente de filmes ou de livros de suspense, poucos imaginam a quem caberia fazer “o serviço sujo”, literalmente falando. Após a visita da polícia e de peritos, há gente que ganha com episódios trágicos e pouco convidativos para se ver. Não é só privilégio de escritores de romances policiais.

É claro que esse artigo não deseja que nenhum leitor relembre isso na memória – se é que, alguma vez, passou por isso na vida.

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Como mencionado no início, os policiais e peritos do Instituto Médico Legal são encarregados de levar os restos mortais das vítimas. Mas se houver alguma parte do órgão afetado que não os interessem, isso será de responsabilidade de “limpadores corajosos” que nada têm a ver com o serviço policial. Além disso, esses faxineiros facilitam as coisas para a família, a qual não sente a menor vontade de limpar manchas, revirar objetos atingidos e mexer com defuntos.

Sim, é necessário um pouco de frieza, segurança e executar o #Trabalho com capricho. O mesmo capricho usado para tirar o pó das prateleiras e afastar os móveis para dar uma aspirada.

Leia a seguir em que contexto esses profissionais da limpeza estão inseridos:

  1. O que é resíduo hospitalar?

Alguns resíduos derivados dos crimes têm uma certa dificuldade para serem removidos.

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Neste caso, é preciso haver uma autorização específica para execução da limpeza, uma vez que algumas doenças são transmitidas pelo sangue, por exemplo. A esterilização do material recolhido é fundamental a fim de que se evitem infecções.

  1. Precisa de muito preparo

Limpar objetos decorativos ou a janela não é o mesmo que limpar cenas de crime. Você, algum dia, já pensou em se defrontar com desfechos extremos e trágicos? E, além disso, ao entrar no local, pensou em se deparar com corpos em decomposição ou desfigurados? Não vale fechar os olhos, pois esse órgão do sentido é essencial para fazer a limpeza. Outro quesito importante é manter o autocontrole e não se deixar levar pelo emocional.

  1. Lavar dinheiro não é escondê-lo das autoridades

É passar os líquidos necessários para livrar o dinheiro de manchas e de sangue. “Passar a mão” no dinheiro e nos objetos alheios é crime. Esta regra é válida também para pessoas falecidas. Portanto, nada de cobiçar o bem do próximo, com diz um dos Mandamentos.

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Algumas empresas cobram mais barato por seus serviços de limpeza, pegam alguns itens e dão uma “lavadinha” básica neles. O mais recomendável é que os itens atingidos sejam entregues às autoridades no intuito de dar um fim adequado aos objetos. Isso acontece por incineração, arquivamento ou esterilização.

  1. Acredite: suicídios acontecem e dão trabalho para limpar

Geralmente, os suicídios não aparecem com muita frequência nos jornais e na televisão, se tivermos de efetuar uma comparação com o número de cometimentos contra a própria vida. É uma maneira de o jornalismo evitar o estímulo à prática suicida, preferindo a preservação da vida. Ao mesmo tempo, trata-se de um repensar da vida para aquele provável suicida.

O principal benefício para os policiais, peritos e profissionais da limpeza nesse quesito reside no fato de que cenas e locais de suicídio são muito difíceis e muito trabalhosas para se limpar.

  1. A vida acima de tudo

Alguns lugares afetados por doenças contagiosas e, por consequência, muito contaminados requerem o conhecimento e a experiência de alguém ou de alguma empresa especializada no tratamento e no cuidado para desinfeccionar e descontaminar o local-alvo, já que o risco potencial de dano à vida é aumentado consideravelmente. Com certeza, você não gostaria de se tornar parte desse roteiro. Melhor deixar para a leitura e para a criatividade dos escritores de livros e roteiristas de filmes de terror. #Sociedade