A relação de homens e animais de estimação já acontece há cerca de 10 mil anos atrás. Porém, os cães e os gatos são os que mais se aproximam das características e necessidades dos seres humanos. Essas bolinhas de pelos preenchem a vida de seus donos com carinho, travessuras e companhia. Mas, os pets precisam de atenção e também geram gastos.

Exigem cuidados, tempo, ração de qualidade, passeios, acompanhamento de veterinário, entre outros. Por esses motivos e muitos outros acabam sendo abandonados à própria sorte. Muitos casos de #Adoção ocorrem pelo desejo momentâneo de um ente querido, filho, esposa, avó assim que se deparam com um filhote de animal.

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Contudo, quando o filhote cresce mais do que o esperado ou possui um temperamento não confiável é também um indício forte que acontecerá o abandono do animal.

Sabe-se que o abandono de animais é crime, porém é uma triste realidade que acontece em todo o mundo. No Brasil, a situação dos animais de rua está cada vez pior e representa um problema de saúde pública, pois os cães e gatos de rua na maioria de suas vezes estão sujos, magros e doentes. Levam a vida revirando os lixos procurando comida e ficam ao relento sob sol e chuva.

Muitas vezes são rejeitados e invisíveis pela sociedade, ou ainda sofrem mais, ou seja, são maltratados. Muitas pessoas apedrejam, surram, queimam esses animais por estarem revirando sobras para sobreviverem. É uma realidade triste a esses seres tão indefesos. Porém, há pessoas com o comportamento inverso.

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Possuem compaixão pelos bichinhos e resolvem melhorar a qualidade de vida desses seres que estão na rua. Foi o que aconteceu na cidade de Curitiba.

Confira a história:

Em um terminal de ônibus em Barreirinha, foram encontrados três #Cachorros abandonados e depois de alguns dias encontravam-se ainda no local. Foi quando então surgiu a ideia dos funcionários, motoristas e cobradores do terminal em adotar os animais. Todos se uniram em prol dos cachorrinhos, se organizaram e montaram um local para adaptá-los ao terminal de ônibus. Agora os três possuem um local para passar a noite, comida e água fresca. Toda a comunidade se sensibilizou com a história e todos ajudam.

Dona Neusa dos Santos, uma das voluntárias, disse que não se cansa em ajudar esses “anjos”. Ela os alimenta todos os dias e ainda faz um cafuné.

A comunidade organizou o local com camas e cobertores para os mais novos moradores. Esses cachorros comunitários, como são chamados, possuem uma vida digna e de forma alguma sofrem maus tratos. Toda a comunidade os defende.

Essa história deve ser compartilhada com todos. Se você concorda, compartilhe!