Já se disse que algumas pessoas fazem mais esforço para evitar o trabalho do que provavelmente teriam que fazer... trabalhando. Algo parecido infelizmente parece acontecer no mundo da cola (ou seja, da trapaça nas provas, não das substâncias usadas para unir materiais como papel, madeira, etc.). Alguns sujeitos gastam mais fósforo cerebral e esforço preparando suas colas e tentando evitar serem pegos do que provavelmente precisariam dispender para estudar para a prova. Em todo caso, dizem que a necessidade é a mãe da invenção, e, movidos pela necessidade de não levar bomba no teste, as pessoas nas fotos a seguir inventaram maneiras de dar uma conferidinha na matéria ou receber as respostas alheias:

1 - Ninguém desconfiaria de que o sujeito aparentemente com as duas mãos pousadas sobre a carteira está manipulando um celular e um caderno sub-repticiamente.

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O difícil será explicar a terceira mão manipulando esses objetos se um professor mais observador chegar perto.

2 - Esse cabelo deve ser mais difícil de lavar e pentear do que a média, mas vem bem a calhar na hora dos testes. Se alguém perguntar sobre os papeizinhos presos no cabelo talvez - sem intenção de trocadilho - cole dizer que é caspa.

3 - Nem a água mais é sagrada para esse pessoal (não se vê trapaça desse tipo desde que, conta-se, a Seleção Argentina deu água batizada para os jogadores da Seleção Brasileira na Copa de 90). Depois, que ninguém reclame quando proibirem beber água durante o exame. Liberdade abusada é, mais cedo ou mais tarde, liberdade negada.

4 - Nenhum lugar é melhor para colocar a cola do que um lugar ao mesmo tempo próximo do aluno e escondido das vistas dos fiscais de prova.

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5 - Prático de manusear e fácil de descartar se o fiscal de prova ou professor chegar perto. Afinal, é comestível. Além disso, ajuda a manter as forças para enfrentar a prova. O risco (além do risco de acabar sendo flagrado, que é um risco de #Colar de modo geral) é se distrair e comer o biscoito (ou parte dele) antes de ter respondido as perguntas.

6 - Na década de quarenta, relógios avançados usados como comunicadores, algo como videofones de pulso, eram ícones da famosa tirinha do policial Dick Tracy. Mas talvez nem o próprio Dick Tracy tivesse pensado que um dia os relógios fossem ser usados para trapacear nas provas.

7 - Difícil será tirar a cola de lá para usar como prova de que ela estava colando no teste. A moça certamente não a fornecerá de livre e espontânea vontade e, qual uma vestal, certamente terá fortes objeções a alguém mexer no decote dela - e, verdade, seja dita, isso pareceria assédio dos mais pesados.

#estudante #Escola