Robert Trigg, de 52 anos, está sendo acusado pela #Morte de duas namoradas. No #Tribunal da Inglaterra, porém, algumas provas, descritas detalhadamente, podem inocentar o rapaz.

No primeiro dos casos, ele foi acusado pela morte de Caroline Devlin. Mas, a culpa poderia não ter sido dele, uma vez que ela morreu por um sangramento cerebral, que poderia ter sido causado por uma relação sexual anterior. Cinco anos mais tarde, ele voltou a ser encontrado junto com uma #namorada morta, mas ele nega tê-la sufocado. De acordo com a defesa, ela foi esmagada acidentalmente enquanto eles dormiam em um sofá.

São dois casos diferentes, mas que colocam esse homem no banco dos réus.

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Muitas pessoas estão duvidando de tamanha coincidência. No entanto, as provas estão sendo analisadas no tribunal e não está muito claro que ele seja mesmo condenado.

Ato sexual precipitou lesão cerebral

Robert estava com Caroline na noite em que ela morreu, em 2006. Os dois tiveram relação sexual e, mais tarde, o homem conta que encontrou a namorada, já sem vida, na cama. Inicialmente, ele ainda pensou que ela estivesse dormindo e só depois é que percebeu que ela estava sem vida. Os dois beberam antes da relação íntima, causa que poderia ter levado à ruptura de um vaso sanguíneo no cérebro de Caroline.

Na autópsia, após a morte, os resultados indicaram como "causa provável" o sangramento de um aneurisma. Os especialistas falaram que a pressão sanguínea de Caroline, o nível de álcool e o fato de ter tido relação sexual naquela noite poderiam ter desempenhado um papel-chave em sua morte.

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"Não houve história de ataque e nenhum distúrbio na cena para sugerir que qualquer coisa incômoda tivesse ocorrido, já que ela estava sem sinais de ferimentos presentes. As causas naturais são as mais prováveis", disse o médico patologista Ashley Fegan-Earl.

Morte por sufocamento

Cinco anos após ter lidado com a morte de Caroline, Robert teve um novo problema quando a namorada Susan Nicholson também morreu durante a noite. De acordo com o inquérito polícial, Robert Trigg, de 82 kg, sufocou a mulher ao ficar por cerca de 15 segundos sobre ela, após uma noite regada com muito álcool. A mulher tinha 52 anos e pesava 51 kg.

Novamente, o patologista Fegan-Earl explicou a morte no tribunal. Ele encontrou uma compressão no tórax e no rosto de Susan, mas acredita que isso possa ter sido acidental e não uma tentativa de sufocamento por parte de Robert.

Susan teria uma doença cardíaca e pulmonar, de acordo com os médicos. Essa condição, juntamente por ser fumante e ter bebido álcool na noite em questão poderiam ter acelerado essa compressão. A autópsia provou que ela morreu asfixiada, mas não apresentava ferimentos externos, que mostrassem qualquer agressão. Também nesse caso, os patologistas falam que a morte poderia ter sido motivada por causas naturais.

O julgamento vai continuar.