Uma das principais novelas da história da Rede Globo de Televisão é 'Tieta', que está sendo exibida novamente pelo 'Viva', canal de reprises do Grupo Globo. A atriz Joana Fomm foi uma das que ficaram marcadas por conta da novela. Ela interpretou a vilã Perpétua, que tinha muitas desavenças com a própria irmã, Tieta.

Em entrevista ao portal UOL, publicada nesta quarta-feira (21), Joana lembrou aquela fase e se emocionou. Ela revelou que, ao ver as cenas da novela, tem vontade de abraçar a televisão porque muitos dos colegas que trabalharam no folhetim já faleceram. Um deles foi Armando Bogus.

Atriz reclama de 'abandono' da Globo após 40 anos de serviços prestados

Sempre muito querida, desde o ano de 2013 Fomm não aparece nas telinhas.

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Ela estava há quarenta anos na Rede Globo de Televisão quando foi dispensada pela emissora sob a alegação de que não havia mais papéis para ela. A atriz se lembrou do momento que, aflita, fez um apelo via Facebook pedindo uma oportunidade de trabalho.

Na ocasião, ela chegou a participar da novela teen 'Malhação'. Desde a pequena participação, no entanto, nenhuma grande oportunidade apareceu na vida da celebridade, que hoje se vê em uma situação muito complicada em plena velhice.

'Já estive no topo, hoje estou na rua', diz Joanna Fomm ao reclamar do desemprego na terceira idade

Durante entrevista, Joanna disse que brincou com outra veterana em uma conversa via WhatsApp. Sônia Braga, conhecida por fazer Gabriela, brincou com o tempo em que as duas tinham crachá e disse ter saudade desse momento em que as coisas eram mais seguras.

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A eterna Perpétua não usa meias palavras e garante que, de fato, nunca imaginou que um dia ficaria sem trabalho, pois fez muito sucesso ao longo da carreira. Muitos fãs estão emocionados com o que Fomm disse e estão usando as redes sociais para enviar mensagens de força á atriz.

Opinião política em meio à crise do Brasil

A atriz ainda comentou os altos níveis de desemprego em todas as áreas. Segundo os últimos dados divulgados pelo IBGE, pelo menos 14 milhões de pessoas estariam procurando um trabalho. Para Fomm, isso acaba sendo um reflexo do mau parlamento que o Brasil possui, além dos políticos corruptos que estão perpetuados no país.

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