Até onde a sua conduta nas #Redes Sociais pode afetar a sua vida profissional? Hoje em dia, as empresas que recrutam empregados para outras empresas pesquisam em todos os locais possíveis pelas condutas dos profissionais que estão se candidatando à determinada vaga. E é justamente nas redes sociais que essas empresas estão conseguindo encontrar mais um pouco sobre a vida de cada um desses futuros funcionários. É lá que são pesquisadas as condutas, as fotos que postam, os locais que frequentam, resumindo, é nas redes sociais onde se encontra praticamente tudo sobre determinada pessoa, já que atualmente os usuários dessas redes publicam quase tudo sobre a própria vida.

Publicidade
Publicidade

Há pouco mais de três meses, no Reino Unido, a professora britânica Lydia Ferguson, de 39 anos, teve suas atividades suspensas e foi afastada da escola na qual trabalhava. A escola, localizada em Newport Pagnell, alegou que Lydia estava publicando em sua conta no Facebook fotos “provocativas demais”. Claro que o fato pegou a professora completamente de surpresa, já que há mais de três anos cuidava de crianças que tinham problemas de comportamento, segundo o jornal The Sun.

A exposição excessiva nas redes sociais pode acarretar problemas com a Justiça

Foi a partir dessa suspensão e posterior afastamento que começou uma verdadeira batalha para tentar contornar a situação. Até mesmo os próprios alunos tentaram resolver o problema através de um abaixo-assinado em defesa da professora, mas não obtiveram êxito dessa forma.

Publicidade

Mesmo o documento possuindo mais de 250 assinaturas. Somente depois de bastante desgaste, estresse e muitos problemas que foram acontecendo com o passar das semanas, Lydia Ferguson resolveu desistir de uma vez de voltar ao emprego.

Em entrevista ao jornal The Sun, ela falou que estava definitivamente fora da escola e que já tinha passado por humilhação demais. Afinal de contas, foram dois meses de uma árdua batalha contra a direção da escola, que resistiu até o final e não voltou atrás na polêmica decisão. A escola não aceitou de forma alguma os figurinos curtos demais nas imagens publicadas. Durante todo esse tempo, Lydia contestou dizendo que as fotos não apresentavam nada de sedutoras ou eram inapropriadas, não via nada demais nas imagens e que jamais disponibilizaria algum conteúdo na internet que não fosse aprovado pelo seu avô.

Apesar de ser bastante querida pelos alunos e uma profissional de extrema competência, Lydia não logrou êxito na sua batalha e teve o seu afastamento declarado por um porta-voz da escola Ousedale School, onde confirmou em documento expedido pelo órgão que Lydia Ferguson não fazia mais parte do quadro de profissionais e que a escola não tinha mais nada a declarar. #Abuso