O emblemático #Egito, que tem como nome oficial República Árabe do Egito, é uma nação localizada no nordeste da África, em uma região específica do planeta que é bastante deserta e geograficamente contempla também a península do Sinai, que já está na Ásia Menor.

O país conta atualmente com mais de 85 milhões de moradores, distribuídos em uma área de 1.001.450 km². Histórias, cidades milenares, pirâmides, rio Nilo, Cairo, faraó, Alexandria, Sinai, Grande Esfinge, são mais do que simples nomes e conceitos relacionados ao Egito, antes, porém, são capítulos vivos da história da humanidade sobre a Terra.

Entretanto o artigo em questão se debruçará especificamente sobre dez #Curiosidades inerentes ao Antigo Egito e que até hoje impressionam a todos que tomam conhecimento das mesmas.

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1) Os egípcios antigos tinham a habilidade de treinar macacos ou babuínos, os quais funcionavam como uma espécie de auxiliar dos humanos em dispor comida à mesa, ajudar na produção de vinho e cuidavam da limpeza dos jardins. Lamentavelmente, na atualidade, essa espécie nativa está em perigo de extinção.

2) As criaturas mitológicas chamadas de esfinges datam da influência dos colonos gregos naquele país e são seres monstruosos, com cabeça humana e corpo de leão; sendo que a mais conhecida é a esfinge de Gizé, localizada próxima a Mênfis, cerca de cem metros das pirâmides e ao lado da foz do rio Nilo.

A esfinge de Gizé foi construída pelo faraó Quéfren e ultrapassa em idade as pirâmides. Tal esfinge mede 39 metros de comprimento e 17 metros de altura.

A título de curiosidade, a palavra "esfinge" é proveniente do idioma grego, que em tradução livre pode ser entendia como um monstro estrangulador.

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3) Já múmia é oriunda da palavra árabe "numija" ou "cadáver embalsamado".

4) O Egito Antigo acreditava na vida após a morte, mas que para continuar existindo, se fazia necessário um corpo, daí os egípcios terem sido exímios técnicos na arte de preservação dos cadáveres. Por outro lado, somente as personalidades ricas como os #Faraós, nobreza e sacerdotes de extrema importância tinham os seus corpos conservados após morrerem.

5) O ato de mumificar um corpo durava setenta dias; sendo que os médicos da época se utilizavam de um arame retorcido para extrair o cérebro pelos orifícios nasais.

Logo depois, por meio de incisões pequenas na lateral do defunto, conseguiam retirar órgãos como fígado, estômago e intestinos, que eram acondicionados em um total de 4 jarras.

Quando o corpo estava para ser fechado, inseria-se mirra e canela no interior do mesmo, além do cadáver ser mergulhado em natrão (um tipo de sal), onde ficava por 40 dias sendo desidratado. Só a partir daí o corpo era totalmente envolvido com linho mergulhado previamente em resina, sal e especiarias.

6) O coração não era retirado em hipótese alguma do corpo, pois se acreditava que o deus da morte Osíris, pegava o órgão a fim de saber para que local o corpo deveria ser levado, ou seja, se o coração estivesse pesado em função de uma vida pregressa ruim, o dono do mesmo teria de viver na completa escuridão.

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O contrário disso, ou um coração leve, a próxima vida daquela pessoa teria de ser próspera e boa.

Era uma crença comum na época, que Osíris deixava um amuleto na forma de um escaravelho (espécie de besouro) substituindo ao coração.

7) Foi o inglês Augustus Granville que começou a estudar cientificamente as múmias em 1825, realizando a necropsia de uma múmia que estava na cidade de Tebas e datada de 600 a.C., cujo apelido era Irtyersenu ou algo como "senhora da casa".

O corpo pertencia a uma mulher com aproximadamente 50 anos de idade, que inicialmente pensou-se ter morrido de câncer ovariano, mas em 2009, estudiosos pertencentes ao Museu Britânico, conseguiram descobrir que a múmia em questão tinha morrido de tuberculose, já que o tumor no ovário era de caráter benigno.

8) Inscrições com presságios de que a morte teria asas velozes para todos que perturbassem o descanso do governante egípcio, eram colocadas nas entradas dos túmulos desses governantes, no sentido de provocar medo nos saqueadores já existentes desde os primórdios da história humana.

9) Foi só em 1922, com o cidadão inglês Howard Carter, que a tradição da maldição do faraó se propagou, com a possível descoberta da múmia do faraó Tutancâmon, o qual faleceu muito jovem, uns 1.500 anos a.C.

10) Por ocasião da morte súbita de lorde Carnavon, através da picada de um mosquito, e tendo sido ele a pessoa que arcou com as despesas da expedição de Carter, a lenda da praga do faraó se propagou, ainda mais que vinte indivíduos vieram a óbito na sequência dos fatos.

O Egito e seus mistérios, que intrigam a todos