Em Portugal, um juiz foi condenado esta semana por #Violência doméstica. Neste processo, ele é acusado de "maus tratos físicos e psíquicos" à sua esposa, por mais de 11 anos. Nesses 'maus tratos', o #Tribunal incluiu a ausência de atividade sexual, durante todos esses anos e, os resultados médicos, confirmaram até que a mulher, agora com 42 anos, ainda permanecia virgem, confirmando suas queixas. O homem que tem 51 anos, foi condenado a quatro anos de cadeia, que cumprirá de uma forma suspensa, após indenizar a vítima.

Para a esposa deste homem, este processo já foi uma vitória. Mesmo que o marido não fique efetivamente detido, pelo comportamento que manteve com ela, durante todos estes anos, ela sente que valeu a pena lutar, na #Justiça, e se sente a ganhadora, por ter conseguido provar como ele a fazia se sentir mal e aconselha todas as mulheres, que passem o mesmo por que ela passou, para que façam o mesmo.

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Ela conseguiu se liberar de uma união, que só a puxava para a baixo. Esta mulher, que tem sua identidade protegida, sonhava te ruma família, quando se juntou a este juiz. Ela queria ter filhos, mas como ele se recusava a manter atividade sexual com ela, isso se revelou impossível. Psiquicamente, isso estava abalando essa mulher, que ainda sofria agressões físicas da parte do marido. De acordo com a investigação do tribunal de Guimarães, tudo isso afetou a "dignidade e saúde mental" da vítima. No tribunal, foi descrito que, esse homem se recusar em manter relações sexuais com ela, constitui um "mau trato psíquico".

Este casal começou namorando em 1999 e foram morar juntos, em 2011. Demorou onze anos, até que ela finalmente colocou um ponto final no relacionamento. Em outubro de 2012, ela terminou tudo, após mais um episódio de violência doméstica.

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Alegadamente, esse juiz dava "bofetadas e pontapés" na esposa, de forma recorrente.

Antes desse último episódio, que foi decisivo para a separação, essa mulher já havia se queixado que estava sofrendo de abusos com o companheiro. Em 2011, mais de um ano antes, ela revelou o que estava passando para a sua médica. Ela contou que sofria de violência doméstica e que ainda era virgem. Esta condição de virgindade seria mais tarde provada, por exames médicos.

Este homem estava ainda acusado por outros crimes, pelos quais já havia sido condenado a uma pena de dois anos de prisão suspensa, pelo tribunal de Bragança. Agora, em recurso, o tribunal de Guimarães uniu as duas condenações, subindo para quatro os anos de cadeia, também suspensa, porque ele concordou em indenizar a vítima em pouco mais de 40 mil reais, pelos "danos morais" sofridos.