No último dia 21 de junho, voltou a ocorrer na China, mais precisamente na cidade de Yulin, o festival anual de carne de cachorro, que ocorre no local há cerca de 10 anos.

Porém, no ano de 2016, muitos protestos de ativistas ocorreram ao redor do mundo contra esse tipo de festival que ocorre na China e em outros países asiáticos. Os motivos dos protestos incluem o fato de cachorros serem animais domésticos e a forma cruel como são abatidos, muitas vezes exposta ao público. Os animais também são pegos pela força, pelas ruas da cidade, e trancafiados e transportados de forma cruel até o evento.

Outro motivo dado pelos ativistas é de que muitos desses animais são roubados de casas e fazendas da região.

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Tal prática tem sido confirmada através de vídeos.

Já os donos das barracas que vendem carnes de #Cachorro rebatem as críticas ativistas dizendo que os animais são abatidos de forma humanitária e que comer carne de cachorro não é mais desumano quanto comer carne de boi, porco ou frango. Eles também reclamam da intervenção externa de outros países sobre as práticas de tradições locais.

Vale lembrar que a carne de cachorro é legalizada no país e em outras regiões asiáticas. Culturalmente, ela é considerada benéfica para o ser humano em dias quentes.

Os protestos recorrentes fizeram que o governo Chinês em 2016 proibisse o abate dos animais em público, o que tem ocorrido desde então. O aumento da população do país, que tem cachorros como animais de estimação, tem aumentado nos últimos anos.

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Atualmente, a China possui 62 milhões de cachorros domésticos registrados, o que está fazendo com que parte da população comece a repensar seus hábitos em comer carne de cachorro.

Apesar dos protestos, os ativistas estimam que em alguns anos anteriores tenha sido realizado o abate de 10 mil cães e gatos apenas durante os 10 dias de festival.

Neste ano já ocorreu relatos de ativistas que dizem terem sido barrados e proibidos de entrar no evento pelos donos das barracas. O governo, por sua vez, dobrou a quantidade de policiais no local, a fim de diminuir as discussões e brigas entre ativistas e os proprietários das barracas.

Atualmente, o consumo de carne de cachorro, bem como o consumo de inseto e outros animais, é visto como cultura nos países asiáticos e até mesmo em alguns países africanos. Esse consumo começou devido a escassez de alimento pela quais tais países passaram alguns séculos atrás. #Bizarro #Comida