Ekatherine Pappas, de 25 anos, foi condenada a três anos de prisão. A #Professora de espanhol estava dando aula, em Baltimore, nos EUA, quando teria abusado sexualmente [VIDEO] de um aluno, de 16 anos. O #Abuso Sexual foi revelado quando um vídeo íntimo começou a circular pela #Escola.

Segundo informações do jornal The Baltimore Sun, Ekatherine trabalhava na Franklin High School, em Maryland (EUA), havia um mês quando tirou o aluno da instituição durante o horário letivo e o levou até a casa da família dele. Ao todo, foram dois abusos sexuais cometidos na residência, sendo que um deles foi filmado pela professora.

Se desconhece ainda como o vídeo foi divulgado, mas a verdade é que todos na escola o viram.

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Foi nesse momento que a polícia foi ativada e deteve a professora. Prestes a ser interrogada, Ekatherine viajou para Bogotá, na Colômbia, e só voltou semanas depois. Ao desembarcar nos EUA, foi presa no aeroporto. Em junho, foi julgada e declarou-se culpada.

Tudo isso aconteceu em dezembro e ela foi condenada nessa semana, depois dos juízes considerarem graves os abusos sexuais que cometeu com o garoto menor de idade. O jovem não foi identificado. para proteção legal, mas naturalmente deve estar traumatizado.

"Eu não posso começar a explicar o terror de ser notificado que meu filho havia sido abusado sexualmente e isso estava gravado em vídeo, que havia sido distribuído em toda a escola para que outros vissem", disse o pai da vítima em um comunicado ao tribunal, acrescentando que seu filho não conseguiu regressar mais à escola.

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Porém, não é só essa escola que traz más memórias para esse garoto. Como tudo aconteceu na sua casa, ele também não se sente confortável por ter que viver no espaço onde foi vítima dos abusos sexuais da professora de espanhol, formada na Universidade Loyola. O pai da vítima contou que toda a sua família foi "afetada" por esse incidente, mas que é o jovem quem está passando pela provação mais difícil.

Além de ficar atrás das grades pelo período determinado, a agora ex-professora ainda terá o nome incluído na lista de agressores sexuais por 15 anos. Quando cumprir a pena na prisão, ela ainda ficará cinco anos sob supervisão especializada para infratores sexuais.