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O corpo da mulher é uma verdadeira máquina recheada de mistérios. Chegar à conclusão de todos eles, no geral, costuma ser uma tarefa não tão fácil. Por isso, especialistas de todo o planeta se unem na tentativa de achar métodos e teses que possam ajuda elas a terem ainda mais #Saúde. Viver mais e bem é importante em tempos em que as pessoas, cada vez mais, chegam à terceira idade.

Ir ao médico e se auto-examinar é algo muito importante para todas as pessoas. As mulheres devem sempre olhar, por exemplo, os seios, a fim de encontrar possíveis nódulos que indicam a presença ou não do câncer de mama. O que muitas representantes do gênero feminino podem não saber é que olhar essa região ajuda ainda na prevenção de outras doenças ou pelo menos em sua rápida descoberta, o que facilita o tratamento.

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Um mal muito comum entre elas é a chamada 'Síndrome do Ovário Policístico'. Um dos sinais característicos da #Doença são os pelos que nascem ao redor dos seios.

Conheça a Síndrome do Ovário Policístico, uma doença mais comum do que parece

Infelizmente, a Síndrome em questão não tem cura. Por isso, é preciso conviver com a doença. No geral, essa enfermidade atinge mulheres que não fazem exercícios físicos constantes ou mantém hábitos considerados muito ruins. Outros sintomas que podem aparecer e assombrar quem possui a doença são as espinhas. Elas podem ser notadas nas mais diferentes partes do corpo humano e demonstra que está havendo uma brusca mudança hormonal na mulher.

O problema é que muitas mulheres não dão a atenção necessária à Síndrome do Ovário Policístico. Elas não sabem que isso pode gerar verdadeiras complicações no futuro.

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Um dos maus gerados pelo não tratamento dessa enfermidade é a geração do câncer de endométrio. O não tratamento pode gerar problemas como infertilidade.

Qual é o tratamento da doença do Ovário Policístico? Entenda porque síndrome aparece

Além dos maus hábitos de saúde, a doença pode aparecer também por fatores genéticos. Mulheres que tem pessoas na família com o mal devem ter o dobro de atenção. A síndrome costuma aparecer quando elas tentam chegar à maternidade, entre os 20 e 30 anos de idade. Geralmente, além da ligação hormonal, as mulheres com essa doença também tem sobrepeso.

Para chegar ao diagnóstico da doença, o ginecologista pode pedir muitos exames. O mais comum é a ultrassom, quando o médico vai analisar se os ovários da mulher estão ou não com folículos. O tratamento da doença pode ser feito através da reposição hormonal, mas como informamos, apenas é possível "amenizar" a doença que, infelizmente, ainda não tem cura.