Recentemente, tem se falado cada vez mais sobre a destruição ambiental. Há poucas semanas, os líderes de vários países se reuniram, tentando engendrar um plano que colocasse um travão em toda a poluição, aquecimento global que parece levar rapidamente o nosso #planeta para a destruição. Após todas essas reuniões, um estudo de uma universidade sueca vem dizer que o caminho seguido está sendo o errado faz muito tempo. Seth Wynes, o principal investigador desse estudo, disse que o mais importante é parar de trazer crianças para o mundo.

Sim, tão bizarro quanto parece. Para esse investigador, o que mais está poluindo o mundo são os bebês, e a pegada ecológica que eles acrescentam é bem superior do que a poluição dos carros ou a falta de reciclagem.

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Ano após ano, os políticos e ambientalistas fazem manchetes sobre o que verdadeiramente importa prevenir. As dicas são quase sempre as mesmas, faz vários anos. Trocar o automóvel pelo ônibus ou por caminhadas a pé, fazer reciclagem e poupar energia, usando lâmpadas economizadoras. Pois bem, de acordo com Seth Wynes estamos fazendo tudo errado.

Ele concorda que todos esses passos são importantes, mas há algo mais relevante, que precisa ser feito e que ele estranha ainda não ter acontecido. Ele acredita que o mais importante seria aconselhar todas as pessoas para que parassem de colocar bebês no mundo e estranha que os governos ainda não estejam fazendo isso. Os cientistas estão garantindo que as crianças são o mais destrutivo para o #ambiente. Eles dizem que um indivíduo, que vive em um país desenvolvido, e que não tenha #Filhos, vai reduzir em média 58,6 toneladas de dióxido de carbono a sua pegada ecológica, tendo por base as taxas atuais das emissões.

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O impacto de ter um filho é calculado não só pelo impacto que a criança terá em seu futuro, mas também pelos descendentes que ela deixará, ou seja, não é só a pegada ecológica desse bebê, mas também dos filhos que ele terá, depois de adulto. Um cálculo bem pensado e que levou estes cientistas em afirmarem sobre a importância de baixar a natalidade nos países, como a última chance para o salvamento do planeta.

Esta seria, então, a principal tomada de decisão a ser tomada, quando existem várias outras coisas que deveriam ser implementadas e bem mais importantes do que a reciclagem, como comer menos carne, deixar o carro parado e voar menos. Todas essas medidas levariam a uma redução substancial na emissão de carbono de cada indivíduo. Fazer uma dieta baseada em vegetais seria o ideal, em substituição da carne. Aliás, essa alimentação, de vegetais, reduz quatro vezes mais gases de efeito estufa do que a reciclagem.