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O ser humano está sempre buscando o sucesso e a autoafirmação, seja na vida profissional ou social, a fim de ser bem sucedido e benquisto.

Mas não são todas as pessoas que conseguem esta proeza, e, às vezes, ser querido entre seus professores, colegas de trabalho, parentes, vizinhos e amigos não é tarefa fácil e requer uma ajudinha de especialistas.

A revista Time trouxe uma publicação que pode trazer uma luz para estas pessoas e seu grande desafio de serem sociais. As dicas são de um pesquisador que fez um estudo aprofundado por quase 30 anos, dentro do campo de relacionamentos. Robon Dreek é considerando um ‘ninja’ no quesito comportamental pelo FBI, e conhecer um pouco de suas descobertas e o que tem a dizer para auxiliar estas pessoas, você conhecerá a seguir.

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1. Quando conhecer uma pessoa nova

Quando conhecer alguém, mostre interesse sobre o mundo dela, faça perguntas e o mais importante, escute as respostas! Não enverede a conversa pelos campos dos julgamentos com suas opiniões contrárias as dela, pois você pode não concordar, mas não cabe a você julgar, ainda mais num primeiro encontro, onde deve prevalecer o respeito.

Também não faça caretas, como por exemplo franzir a testa expressando sentimento de surpresa, pois o melhor mesmo é falar. Diga como achou interessante aquela conversa, e que nunca havia visto a coisa por aquela óptica. Deixe a pessoa confortável para falarem delas mesmas. Se você conseguir, já ganhou 1 ponto.

2. Deixe o ego de lado

Nas redes sociais, as pessoas mostram suas necessidades [VIDEO]de provar que o outro não está correto, fazendo críticas como se fosse o experto em tudo que gira ao redor do mundo, e não é bem assim! Desta forma você afasta as pessoas de você, pois ninguém gosta de ser criticado e corrigido.

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Ou seja, guarde sua opinião para si próprio e deixe o ego de lado, pois ninguém é superior a ninguém.

Mas calma! Isso não significa que você deve aceitar tudo que lê, vê e escuta, a questão aqui é ter noção do que falar ou não. Pessoas que ficam batendo boca e criando barracos, são as menos queridas nas redes sociais [VIDEO].

3. Aprendendo a ouvir

Já falamos no início da matéria o quanto as pessoas sentem necessidades de falar delas mesmas, e raramente encontram pessoas dispostas a ouvir seus problemas ou situações. Isso não significa que você ficará mudo, ok? Afinal uma conversa não é um monólogo! Mas você precisa de fato deixar o outro falar, isso fará muito bem a relação.

Durante a conversa faça perguntas interessantes, comentários legais e perguntas que sejam pertinentes ao assunto. E o que você deve fazer para treinar seu cérebro é: sempre que você sentir vontade de falar de si próprio no meio de um papo que está fluindo bem, diga conscientemente para você: ”Eu não vou dizer isso”.

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E veja qual ponto daquela conversa é fascinante e vale a pena ser explorada. Pesquisas de Dreeke comprovaram, que quanto mais você quer saber sobre um determinado assunto que ela abordou, mais ela vai gostar de você.

4. Perguntas indicadas

Todas as perguntas intrigantes relacionadas aos desafios pessoais da pessoa são boas para serem feitas. Questões sobre seus feitos nos estudos, qual maior desafio de seu trabalho, ou o que ela achou de uma determinada região em que morou, são bons exemplos. Pedir conselho é outra dica de Dreeke, pois desta forma você mostra que a opinião daquela pessoa é importante.

5. Se aproximando de novas pessoas

Conhecer outras pessoas é um grande desafio para uma pessoa que busca equilíbrio na vida social. E quando encontram alguém as vezes se agarram a ela e não a deixam ir, o que é um erro grave. Isso na verdade pode acontecer dos dois lados ou em apenas um deles, e o correto é encontrar uma brecha no meio da conversa e dizer que precisa ir. A primeira conversa não deve ser como uma enciclopédia pessoal, mas deve conter informações básicas como quem é você, qual seu interesse e quando deve partir. Dreeke diz que isso está relacionado a segurança, equilíbrio e controle da situação.

6. Linguagem corporal

Do mesmo modo em que recomendamos que seja um ótimo ouvinte, preste muita atenção no que seu corpo revela quando você não está falando absolutamente nada. Às vezes, nossos corpos dão sinais de pressa, ansiedade e até mesmo que a conversa não está agradando, então aprenda a se controlar e sorria. O sorriso é importante porque demonstra satisfação e acaba conquistando a confiança do outro. Incline um pouco a cabeça de vez em quando, isso mostra que você não está tenso e pode intimidar a pessoa.

Enquanto fala, uma boa dica é deixar as palmas das mãos para cima, levantar um pouquinho as sobrancelhas também mostra interesse no papo. Morder os lábios já mostra algum tipo de estresse e franzimento de testa também.

7. Lidando com a desconfiança

Por mais que busquemos interagir com novas pessoas, chega um momento em que elas não nos inspiram confiança, e aí, o que fazer?

Pois bem, Dreeke indica que em uma situação assim, o correto é estabelecer limites na conversa, e saber quais são os objetivos de cada um. Se a pessoa com quem conversa dá indícios de manipulação por exemplo, diga que a pessoa está usando palavras que aguçaram sua curiosidade, pergunte o que esta pessoa faz e quais são seus reais objetivos. Vou dar como exemplo se no meio da conversa alguém te oferecer drogas. Não é porque você está buscando fazer amigos, que irá se sujeitar a este tipo de coisa que irá te fazer mal.

O importante é ser honesto e sincero, e não entrar em nenhum joguinho do outro. Desta forma você conseguirá respeito, por ter opinião formada e do mesmo modo respeitar o outro, contudo que não seja prejudicado em nenhuma hipótese. #dicas do FBI #comportamento social