O sexo funciona como um veículo de prazer, que pode ser emocional ou físico, além de proporcionar aos parceiros maior intimidade, fortalecendo os laços afetivos além da satisfação sexual. Mas ao lado do prazer e da satisfação, muitas vezes derivadas de coisas como “pressão social”, existem os riscos associados. Quando se fala em riscos muitos só pensam em doenças sexualmente transmissíveis e métodos de contracepção, mas esses não são os únicos. Também existem riscos propriamente físicos, como a #fratura peniana, que alguns acham improvável de acontecer, ou até mesmo duvidam que seja possível, afinal, o pênis não é um osso.

Os dados hospitalares, geralmente provenientes de salas de emergência, provam que aqueles que duvidam estão redondamente enganados.

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Dados coletados por pesquisadores do Brasil comprovam o risco de fraturas penianas acontecerem por descuidos e imprudências durante o ato sexual. Mais de 40 casos hospitalares de homens com o problema foram estudados em muitos hospitais de todo o estado de São Paulo. Isso todo ocorreu ao longo de 13 anos de pesquisas acadêmicas sobre o assunto.

É necessário ficar atento para saber qual é essa posição tão perigosa, então imagine um homem plenamente deitado com uma mulher por cima. Nessa etapa, a mulher tem o total domínio sobre o órgão reprodutor masculino, de maneira a controlar o processo de penetração. O mais difícil, segundo os pesquisadores, é que logo após a fratura ocorrer é extremamente difícil interromper o ato e o peso da mulher tende a dificultar o processo. Falando em termos de prática, quanto mais uma mulher for forte e dependendo da velocidade das penetrações, também levando em conta se ela retira o pênis com frequência da vagina, tudo pode contribuir de fato para a quebra.

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Essa posição, da mulher por cima, é responsável por mais de 50% dos casos de internação.

Na maioria dos casos é necessária a realização de cirurgia, pois, caso os pacientes prefiram se tratar por outros métodos é provável que 1 em cada 2 fiquem com o pênis deformado pelo resto da vida. Em alguns casos, os pacientes permanecem com disfunção erétil (antigamente conhecida como impotência sexual), que é a incapacidade de manter o pênis ereto durante a relação, e também a ocorrência de dores durante a transa.

Para evitar o problema basta tomar cuidados simples como, por exemplo, evitar retirar o pênis por completo [VIDEO]da vagina para rapidamente introduzi-lo, o que geralmente é feito com força. Se o homem errar o alvo e acertar na coxa ou virilha, pode acabar sofrendo uma lesão. O que ocorre na hora da fratura, é o rompimento de uma estrutura chamada túnica albugínea, que protege os corpos cavernosos [VIDEO]. Apesar do incômodo, pacientes relatam que dá para continuar até o fim, pois a dor incomoda, mas não é tão intensa.

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Ocorre então uma hemorragia interna e o sangue se infiltra sob a pele, causando inchaço e o pênis começa a ficar com uma coloração arroxeada pelo acúmulo de sangue.

O ideal é interromper o ato e começar a se tratar aplicando gelo no local, que vai ajudar a estancar o fluxo sanguíneo. A membrana cicatriza após um mês de abstinência sexual, dependendo da gravidade é necessário abrir o pênis para drenar o sangue acumulado. As sequelas só se tornam graves e irreversíveis se não forem devidamente tratadas por profissionais da saúde. #relação íntima