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Você se lembra da #Monga? Ne década de 1980, vários parques de diversão espalhados pelo Brasil exibiram uma das atrações mais assustadoras que já existiu. Nela, uma mulher se transformava aos poucos em um gorila, tudo isso enquanto as pessoas acompanham de perto a mutação.

A personagem acabou se popularizando por todo país, além de deixar crianças e adultos impressionados. O que muitos não sabem é que a história foi baseada em uma mulher chamada Julia Pastrana, que nasceu em 1834, no México.

Ela acabou sofrendo hipertricose, que tinha como característica pelos negros que cresciam por todo o corpo. Para completar, suas orelhas, gengivas e mandíbulas eram totalmente estranhas, deixando-a com a aparência de um macaco.

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Imagine tudo isso aliada a um homem que soube aproveitar as características estranhas de Julia a seu favor? Foi exatamente isso que aconteceu quando o comerciante Theodor Lent resolveu exibir Julia, que futuramente seria sua a esposa, em shows de horror conhecidos como freak shows.

Toda aquela pelagem escondia na verdade uma mulher inteligente e educada. Julia falava duas línguas, espanhol e inglês, além de cozinhar e costurar em suas horas livres. O casal viajou por todos os Estados Unidos entre os séculos 19 e 20, se apresentando em caravanas de mulheres barbadas e todo o tipo de coisas estranhas que pudesse existir.

Infelizmente, Julia morreu após dar à luz uma criança que sofria com a mesma doença. O que chama a atenção, é que, mesmo após a morte da moça, Lent a mumificou e continuou a exibi-la em shows após a morte.

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Julia foi a Monga da vida real e mostrou, através de um problema, que a aparência é apenas um detalhe em meio a personalidade de uma pessoa.

Mas, como o efeito da Monga era feito?

Em uma época onde a tecnologia estava dando os primeiros passos, truques de ilusionismos e shows eram feitos utilizando técnicas de ilusão de ótica. Foi exatamente isso que fizeram com a mulher-macaco.

Tudo na verdade funcionava da seguinte forma. Em uma caixa preta em forma de ‘’L’’ é colocado um vidro no meio com uma lâmpada, que irá iluminar cada um dos lados. De um lado fica a mulher, do outro o animal ou alguém vestido como gorila.

Para dar o incrível efeito da transformação, a luz [VIDEO] central é apagada começando, a partir de então, um jogo de luzes de ambos os lados da caixa. É bem simples: quando a luz da mulher é aos poucos apagada, a do animal é acesa. Dessa forma, o reflexo do animal aparece em frente a mulher dando a impressão de que ela se transformou.

Veja mais detalhes no vídeo abaixo:

#Como era feito a Monga #Monga, A Mulher Macaco