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Quem diria, as bizarrices do mundo moderno também rondam a ciência. Não não, você não ouviu errado, o #pum pode até ser benéfico para o corpo humano [VIDEO], pelo menos segundo um professor, e direto das terras da Rainha Elizabeth II, a Inglaterra. Geralmente o pum não é um tema comum de conversa que pode ser encontrado ou comentado em roda de amigos [VIDEO] (talvez seja para alguns) e muito menos seja um assunto para ser conversado [VIDEO] com familiares (muito menos). O estudo experimental do professor provou que existe algo relacionado com o pum e a #Saúde. Mas o que isso tem a ver com a saúde e como ele pode aumentar a #expectativa de vida?

Pum, um tabu

A verdade é que o tema "pum" é um tabu.

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Até por que quem em sã consciência teria assunto para tal tema? Pois além de desagradável (e para muitos vergonhoso e constrangedor) ninguém gostaria de sentir aquele cheiro estranho e típico de um pum.

Não para o professor Matt Whiteman PhD (que começou sua carreira de buscas na junta do Colégio King's de Londres em bioquímica e farmacologia) que de certa forma 'contrariando' a ética popular e a vergonha pessoal e alheia buscou através de um experimento provar se cheirar pum poderia prolongar a longevidade e de quebra melhorar a saúde. Não, não é qualquer pum. Para sorte (ou não) de muitos, o professor se refere a puns específicos, os puns do parceiro ou da parceira.

O pum?! Saiba como sentir o pum do parceiro pode auxiliar no combate de doenças e melhorar a saúde segundo o experimento

Você pode até rir, mas acredite se quiser, isto é ciência ou pelo menos parte dela.

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A formação do professor nas áreas de farmacologia e bioquímica o ajudaram a chegar em um coeficiente palatável. Seu estudo (experimento) garante que os gases combatem as doenças. A semelhança do ato de sentir o desagradável cheiro pode ser comparada a mudança de hábito ou o abandono de vícios e a prática de atividades físicas. Tudo 'graças' ao sulfeto de hidrogênio um dos componentes dos gases intestinais.

O processo ocorre da seguinte maneira: Quando as células se estressam por alguma doença, elas liberam uma enzima. Esta enzima gera quantidade pequenas desta substância: o sulfeto de hidrogênio que é o composto que as mantém vivas.

Em todo o processo que ocorre, a produção de sangue aumenta, as mitocôndrias são conservadas e a inflamação é regulada. O doutor Mark Wood também participou do estudo, segundo ele vale a pena enfrentar o cheiro desagradável já que pode combater diversas doenças como câncer, ataques cardíacos, entre outros.E você o que acha?

É importante notar que embora este artigo tenha soado em um tom irônico e chamativo deve-se levar em conta de que pelas fontes dos estudos em nenhuma forma recomenda-se o ato de cheirar diretamente as flatulências, trata-se apenas de uma curiosidade.

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