Um pastor de uma Igreja Evangélica, de Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba, foi preso no último dia 26, acusado de ter estuprado três meninas menores, todas irmãs. Segundo as informações prestadas pela polícia, as crianças têm 10, 12 e 14 anos e a denúncia foi feita por um familiar das vítimas depois das meninas terem denunciado os abusos sexuais dos quais estavam sendo vítimas.

O homem acusado de estupro tem 28 anos. No final da tarde de quinta-feira (26), a polícia o deteve, com a acusação de estupro de vulnerável, uma vez que, para realizar os abusos sexuais, ele utilizou a confiança que a família das crianças depositou nele.

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O delegado João Chagas disse ao jornal online 'Banda B' que a acusação contra o pastor é de estupro vulnerável e que foi um parente das vítimas quem procurou a polícia para fazer o relato dos abusos. O policial revelou ainda que com uma das meninas houve apenas uma tentativa não consumada de estupro, com outra, ele tentou fazer o ato libidinoso, mas sem conjunção carnal, enquanto que com a terceira aconteceu mesmo o ato.

O delegado afirmou ainda que a família das meninas confiava no homem pelo fato dele ser o pastor da Igreja que eles frequentam e, por essa razão, ele acabou por se aproximar naturalmente das crianças. Segundo João Chagas, o pastor costumava levar uma, duas ou até mesmo as três irmãs para a Igreja em seu veículo e que, com a desculpa de ir buscá-las em casa, fazia os atos dentro do seu carro.

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A polícia civil não divulgou o nome do pastor, no entanto, deram a informação de que ele já tinha um inquérito pelo mesmo #Crime. A população local, depois de ter ficado sabendo desse caso, revoltou-se e tentou chegar até o suspeito. A polícia está tentando transferir o homem para outra delegacia, para evitar confrontos com os populares.

Entretanto, o delegado informou que a polícia continua investigando esse caso e que está tentando apurar se o pastor fez mais vítimas.

O que você acha de mais esse caso grave de abuso sexual? Conte para a gente a sua opinião nos nossos comentários. #Violência #Casos de polícia