Uma moradora da cidade de Curitiba, no Paraná, não aceitou de bom a avaliação de uma médica perita do INSS da cidade, que negou seu pedido de auxílio-doença, e partiu para a #agressão física.

Segundo informações da Polícia Militar, essa situação ocorreu em uma agência do Instituto Nacional da Seguridade Social, #INSS, da região central da capital paranaense.

De acordo com uma testemunha do ocorrido, a mulher ficou muito nervosa quando recebeu a notícia de que o seu benefício não seria renovado. Ela conta que ouviu muitos gritos da mulher, e que foi um 'fervor' só. Que a mulher agrediu a médica que fazia a avaliação. Segundo a opinião da testemunha, a mulher perdeu a cabeça, mas, às vezes, a pessoa contribui por muito tempo e quando precisa fica sem o benefício, mas diz saber também que tem muitas pessoas que recebem sem realmente precisar. 

Funcionários e seguranças do local tiveram que conter a mulher, até a chegada da polícia, poucos minutos depois do início da confusão.

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A mulher foi levada para a delegacia, onde prestou depoimento e só foi liberada após assinar um Termo Circunstanciado - TC. Ela foi liberada por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, mas mesmo assim o caso será enviado para a Justiça.

Segundo o delegado, a médica contou que atendeu a mulher e revogou o seu benefício, momento em que a mesma se exaltou e partiu para a agressão. A mulher alegou ao delegado que os seguranças da agência a trataram com violência e agora todos os envolvidos terão que ser ouvidos.

A assessoria de comunicação do órgão público divulgou uma nota onde disse que foi registrado um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil, contra uma segurada que praticou agressão física contra um #Médico Perito da unidade. Segundo a nota, o benefício foi negado porque o médico não constatou incapacidade para o trabalho.

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Eles ressaltaram ainda que o servidor do INSS deve cumprir a lei e isso é o que o povo deve cobrar de todo os funcionários públicos, independente de qual esfera seja. Eles deixaram claro, que quando uma pessoa não concorda com a decisão do órgão, tem o direito de solicitar a reavaliação dessa decisão, através dos Pedidos de Revogação de Benefício e de Reconsideração para que o benefício de auxílio-doença  seja revisto. Cabe também recurso perante a Junta de Recursos da Previdência Social.

Segundo a nota, agredir servidores públicos em atividade e causar dano ao patrimônio público é crime passível de punição e não ajudam em nada a mudar uma decisão administrativa do órgão público.