Um indivíduo foi preso pela polícia na manhã de quarta-feira (25), em Curitiba, no Paraná. O homem de 34 anos, cujo nome não foi revelado pela polícia por motivos de segurança, é o principal suspeito de ter violentado sexualmente a própria enteada de apenas 10 anos.

Conforme informações repassadas pela polícia, a bisavó da garotinha começou a desconfiar dos abusos e procurou a delegacia da cidade. Ainda, de acordo com a polícia, a garotinha começou a demonstrar comportamentos fora do normal. Ao ser questionada pela bisavó sobre o que estava acontecendo, em resposta ela disse que estava sendo abusado pelo padrasto. Diante da situação, a bisavó foi até a delegacia da cidade, onde registrou um Boletim de Ocorrência contra o suspeito, relatando que a sua bisneta estava sendo vítima de violência sexual.

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No entanto, uma equipe de policiais em cumprimento a um mandado de prisão contra o indivíduo, se deslocou até a casa do acusado, mas o mesmo não estava. Em seguida, os policiais foram informados que o sujeito estava na casa de seu pai. Lá ele foi preso e encaminhado para a delegacia da cidade, onde prestou seu depoimento. Ele confessou que mantinha relações sexuais com a menina e os abusos eram frequentes há mais de um ano, e ainda alegou que a culpa era da vítima. Segundo o acusado, a criança estava "criando corpo" e ficava se insinuando para ele.

De acordo com a delegada Patrícia Conceição Nobre Paz, durante o depoimento, o sujeito foi frio e, em momento algum, ele demonstrou arrependimento pelo crime. A vítima também prestou o seu depoimento, e afirmou que era violentada pelo padrasto e, após os estupros ela era ameaçada de morte caso ela contasse o que tinha acontecido para alguém.

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Após o depoimento, ela foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exames, que constataram os abusos sexuais praticados pelo padrasto.

A mãe da menina prestou o seu depoimento e disse que não sabia sobre os abusos que a filha vinha sofrendo. Já, o sujeito, vai responder pelo crime de #Estupro de vulnerável. Caso seja condenado ele pode pegar até 15 anos de cadeia sem fiança. #Investigação Criminal #Casos de polícia