O tenente da Polícia Militar, Fabio Alessandre da Silva, foi assassinado na noite da última quarta-feira, dia 22, em sua casa após um provável assalto na região metropolitana do Paraná. Ele e o filho estavam na frente de casa quando foram abordados por dois criminosos, que ordenaram para que entrassem na residência. Lá dentro, ao reconhecerem Fabio como policial, dispararam tiros que atingiram o peito e a cabeça do tenente.

Os jornais Folha de Campo Largo e Tribuna do Paraná noticiaram que o #Crime aconteceu na presença do filho do policial, de apenas 3 anos de idade.

Os assassinos fugiram a pé. Embora tenha sido socorrido, Fabio não resistiu aos ferimentos e veio a óbito a caminho do hospital.

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Ainda no local do crime, a sogra e a esposa do tenente Fabio descreveram um dos criminosos à Polícia, que produziu um retrato falado.

Embora tenha sido assaltado há cerca de um mês atrás, a Polícia não acredita que os crimes estejam relacionados. Os autores do primeiro assalto encontram-se presos. Os assassinos demonstraram surpresa ao saber que estavam assaltando a casa de um policial militar. A investigação policial considera que o crime se trate de um latrocínio (roubo seguido de #Morte). Segundo o Delegado Cassiano Aufiero, os criminosos estavam dentro da casa, a procura de itens para serem subtraídos, quando viram objetos da Polícia e se deram conta de que se tratava de um policial, e então houve o disparo, o que faz as investigações não priorizarem a hipótese de vingança.

A Polícia Militar decretou luto oficial por três dias após o ocorrido e o Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Maurício Tortato, lamentou a morte do Tenente Fabio.

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O tenente-coronel Kuczynski relatou que Fabio era um policial exemplar e competente que, com certeza, fará falta à corporação. Fabio ingressou na Polícia há quatorze anos.

O corpo de Fabio foi velado em na Câmara Municipal de Campo Largo e sepultado hoje, sexta-feira, após uma solenidade realizada pelos dirigentes da igreja Congregação Cristã no Brasil. Durante a cerimônia religiosa, chamada de Serviço Divino de Funeral, foram entoados hinos de louvores e súplicas a Deus, em meia voz, feitas orações e exortado um trecho da Bíblia Sagrada. #Casos de polícia