O contato das meninas e meninos com o sexo tem acontecido cada vez mais cedo. Segundo pesquisa "Durex Global Sex Survey", a média de idade em que as meninas perdem a virgindade no Brasil é de 13 anos e a faixa etária vem caindo a cada ano.

No entanto, um caso de gravidez está intrigando a cidade de Ponta Grossa, no interior do Paraná, onde uma garota de apenas 11 anos de idade revelou que está grávida. A criança, que já está com dois meses de gestação, confessou que engravidou de um garoto de 16 anos, com quem manteve uma relação de #sexo casual. A modalidade, que tem se tornado cada vez mais comum, acontece quando duas pessoas se encontram com o intuito de praticar sexo, sem a necessidade de manutenção de vínculos afetivos.

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A gravidez da menina de Ponta Grossa foi descoberta na semana passada e constatada por exames médicos. O caso foi levado à polícia pela mãe da vítima, que revelou o nome do suposto pai do bebê, na presença do padrasto, na última segunda-feira (27).

Segundo informações do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) - órgão responsável pela investigação do caso - a garota revelou que o pai da criança é um adolescente de 16 anos de idade, com quem ela manteve uma relação sexual.

Ainda de acordo com a delegada, mesmo que a relação sexual tenha acontecido com consentimento da garota, o caso será investigado, por tratar-se de um ato infracional, porque a garota é menor de 14 anos.

Realidade cada vez mais comum

A gravidez da menina de Ponta Grossa é considerada de alto risco, por causa da idade reduzida.

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Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a gravidez e a #Maternidade precoces oferecem inúmeras complicações, tanto para a mãe, como para o bebê.

Especialmente quando a gravidez ocorre antes dos 15 anos, os riscos de má formação e transtornos para o feto são muito grandes.Outra consequência negativa é a evasão escolar das futuras mamães.

Estatísticas da ONU apontam o nascimento de cerca de 14 milhões de crianças de mães adolescentes por ano em todo o mundo. Na América Latina e no Caribe, a taxa é de 73,2 por 1 mil nascimentos. Esse índice é menor apenas que o da África, que tem 103 por 1 mil nascidos. #menina de 11 anos engravida