Estamos em 2014, já passamos o Carnaval, estamos na Copa do Mundo. A população se revoltou, brigou, protestou contra os gastos na construção de estádios, reforma de aeroportos, etc. Estamos falando de Bilhões de Reais, superfaturados ou não, quem irá saber.

Em Outubro teremos eleições para Presidente, Governador, Senador e Deputados, todos famintos e sedentos por votos que devem ser conquistados a qualquer custo, isso mesmo, a qualquer custo. Vamos fazer uma conta rápida, no Governo Lula, na campanha eleitoral para a sua reeleição, declararam o gasto de mais de R$ 150.000.000,00 (Cento e cinquenta milhões de reais), dinheiro este oriundo de doações de empresas e recursos obtidos pelo partido.

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O salário do Presidente era algo em torno de R$ 10.000,00 (Dez mil reais) o que daria o montante de R$ 480.000,00 (Quatrocentos e oitenta mil reais) durante os quatro anos de mandato. Estranho gastar - se tanto dinheiro para se eleger, seria o desejo de mudar o País através de sua administração transparente e competente.

Essa matemática caridosa, não apenas ocorre na esfera Federal, temos exemplos de Vereadores em municípios de pequeno porte, que gastam R$ 300.000,00 (Trezentos mil reais) em campanha eleitoral a troco de uma remuneração de R$ 250.000,00 (Duzentos e cinquenta mil reais) durante o mandato.

A pergunta que fica é: Esses cargos públicos seriam tão concorridos se não houvessem tantas torneiras abertas para a corrupção?