A eleição passou, a presidente se reelegeu em uma eleição entre candidatos com as mesmas qualificações. Não tínhamos realmente um bom candidato e as campanhas foram pautadas por difamações e propostas evasivas. Entre o sujo e o mal lavado, ficamos com a Bolsa Família que supostamente tira o famigerado povo da miséria e o coloca a mercê do governante. Não que o outro candidato, a meu ver, fosse fazer diferente. As contas públicas têm que ser pagas, e estas são cada vez mais superfaturadas. E somos nós quem pagamos essa conta. Por enquanto foi só o combustível, mas ainda vamos ter aumento na conta de água, luz...

É um absurdo que com tantos impostos e tantos ministérios nosso país não alcance o índice de crescimento desejável.

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Com tanta gente trabalhando no Planalto, desvios absurdos e contratos abusivos lesam o patrimônio público sem a devida observância.

O povo tem realmente o governante que merece. Não adianta fazer barulho, quebradeira em um ano e no seguinte, na hora do voto, que deveria ser secreto e democrático, sermos coagidos por mensagens de texto nos celulares, ameaçadoras, que nos forçam a imersão no esquecimento. E calados seguimos para mais quatro anos em uma ditadura forjada na democracia.

Enquanto nós, o povo, não tomarmos consciência de que, ainda que o voto seja obrigatório, não temos que escolher entre candidatos que não merecem o poder, teremos que nos sujeitar a isto e muito mais. Não adianta querer mudar de país, pois a nacionalidade nos seguirá. Não adianta se esconder atrás de desculpas esfarrapadas, somos responsáveis por nossas atitudes e escolhas.

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Enquanto isto não acontece, aguentamos a cangalha que nós mesmos nos colocamos.

As peripécias governamentais são abafadas por um costumeiro "Não sabia de nada!!!" repetindo de governo a governo. Lula não sabia do mensalão, assim como Dilma não sabia do petrolão e assim vamos fingindo também não saber que o país está lameado por um mar de corrupção que assola os menos favorecidos e engrandece as contas bancárias de quem deveria trabalhar para o povo e pelo povo. #Opinião