O ano de 2015 começou com tudo, principalmente para o bolso do cidadão brasileiro! O Diário Oficial da União (DOU) publicou nesta quarta-feira (21) o decreto 8.392, o qual estipula o aumento da alíquota para o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A nova regra é válida para empréstimos bancários efetuados por pessoas físicas. 


Joaquim Levy, Ministro da Fazenda, anunciou quatro mudanças na segunda-feira e o IOF é uma dessas. O aumento entrará em vigor nesta quinta-feira (22) e já preocupa muitas pessoas. Isso porque o IOF, que era de 1,5%, passará a ser de 3%. A mudança aumenta especificamente a alíquota de 0,0041% ao dia para 0,0082%, limitadas ambas para os 365 dias. Contudo, independentemente de prazos, a alíquota de 0,38% em cada operação será mantida. 

O aumento dos imposto cria uma expectativa negativa em relação a inflação deste ano.

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Projeções realizadas por economistas ultrapassam a marca de 7%, porcentagens cada vez mais distantes do teto da meta oficial, que é de 6,5%.

Além do IOF, outros impostos também fazem parte do grande pacote de aumentos divulgado pelo #Governo Federal: o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) equiparando o atacadista ao setor industrial para efeito deste imposto. A elevação da alíquota de PIS/Cofins por meio de uma medida provisória sobre a importação, aumentando de 9,25% para 11,75%. Alíquotas de PIS/Cofins e CIDE-Combustíveis não terão seus aumentos publicados por meio de decreto. Com todos esses aumentos carreados e taxados sobre os impostos, o governo espera incrementar o caixa do executivo em R$ 20,6 bilhões.

Segundo o ministro, todas essas mudanças fazem parte de um plano do governo cuja proposta é reequilibrar as contas da economia do Brasil, mais especificamente, alavancar o ponto fiscal, que está em baixa.

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Todas as medidas são vistas por Levy como corretivas, contudo, o maior impactado será o consumidor, sendo observadas diariamente na economia familiar de cada usuário dos serviços oferecidos aos quais os impostos incidem.