A falta de chuvas na região Sudeste gera #Crise no abastecimento de água e de energia e de acordo com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, o #Governo estuda  medidas para que haja uma redução no consumo em horários de pico.

Segundo o ministro, em reportagem exibida no Jornal Nacional nesta quinta-feira (05), no dia 12 de fevereiro será realizado um estudo das previsões de chuvas para o meses de fevereiro e março, caso seja necessário, o horário de verão deverá ser ampliado por mais um mês. Ainda de acordo com Braga, para enfrentar a crise será utilizada a energia gerada pela termelétrica de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul.

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Em 2013 o governo declarou que a energia da termelétrica só seria usada caso fosse extremamente necessário.

O horário de verão tem como objetivo principal a redução no consumo de energia no horário de pico (das 18h às 21h), aproveitando a luz natural, além de evitar a geração de energia das termelétricas que ao operarem liberam grande quantidade de poluentes responsáveis pelo efeito estufa e seu alto custo devido a utilização de combustíveis fósseis.

Para que a termelétrica de Uruguaiana possa operar, a Argentina precisa autorizar a utilização de um gasoduto, o requerimento para o uso foi feito pelo governo brasileiro em janeiro de 2015. O gás é importado de outros países, transportado para a Argentina por navio, "injetado" no duto que vai para a termelétrica. O custo desta operação é repassado ao consumidor através das bandeiras tarifárias que entraram em vigor em 2015, implementado pela Agencia Nacional de Energia Elétrica visa demonstrar o custo das condições de geração de energia.

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Em 1º de março a bandeira vermelha sofrerá ajuste, passará de R$3,00 para R$ 5,50 a cada 100 quilowatt-hora consumidos.

Adotado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e no Distrito Federal, o horário de verão entrou em vigor no dia 19 de outubro do ano passado e está marcado para encerrar no dia 22 de fevereiro. A bandeira tarifária é adotada em todas as regiões do país.