O pessimismo no mercado atual não é gratuito. Desde dezembro de 2014 o #Governo federal tem anunciado medidas austeras e reajustes em todos os setores, bem como aumento de impostos, como foi o caso do Cide (Contribuição para Regular o Preço dos Combustíveis) e o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de crédito pessoal. A alíquota passou de 1,5% para 3% ao ano. Com grandes empresas do ramo automotivo e linha branca dando férias coletivas aos funcionários por estar com seus estoques cheios, o crédito mais caro, assim como a conta de luz, que em janeiro ganhou bandeiras tarifárias, podendo impactar em até 50% a fatura, o poder de consumo do brasileiro certamente cairá em 2015.

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E isto representará menos movimento nas lojas, de acordo com a economista Jani Floriano: "Estamos vivendo ainda sob o impacto do 13º e dos ganhos de 2014, mas após o Dia das Mães, considerado uma das melhores épocas para o comércio, só perdendo para o natal, a previsão é de baixa nas vendas". Este cenário desanimador faz parte de outra previsão: o de crescimento de 0% do PIB (Produto Interno Bruto) para 2015, diferente do anunciado pelo governo, de 0,5%. #Negócios #Trabalho