Na época da sociedade do consumo, o autoendividamento consiste em um elemento presente na cultura da população brasileira. Exemplo do excesso de dívidas que há nas famílias do Brasil representa alerta para outros países emergentes, diz o Wall Street. Conheça as principais consequências do endividamento em excesso.

1. Aumento das dívidas

Quando as famílias começam a solicitar empréstimos de forma compulsória e sem orçamento para organizar as finanças, existe a probabilidade de aumentar a quantia em déficit, de modo principal nos momentos em que acontecem imprevistos ao longo do caminho, como no caso de ser despedido do trabalho, por exemplo.

Publicidade
Publicidade

2. Projetos familiares

Quando famílias agregam endividamento em excesso, possuem chances de não conseguirem sanar os empréstimos no tempo certo e, por consequência, correm o risco de não apenas aumentar o montante do revés financeiro, como também em não dispor de dinheiro suficiente para continuar com projetos, tais como a conquista da casa própria, reformas etc

3. Endividamento e "nome sujo na praça"

Pessoas que possuem o costume de se endividarem podem ficar com o nome no registro da lista de devedores e, por consequência, deixam de acessar novos créditos, ter contas em bancos, participar de concursos públicos, entre outras situações que prejudicam a vida pessoal e profissional. Por vezes, também não conseguem emprego, o que depende das políticas da empresa contratante.

4. Endividamento e vida estressante

Famílias com dívidas correm o risco de sofrerem por conta do estresse, doença que traz o maior índice de mortes no século XXI.

Publicidade

Noites sem dormir e o constante pensamento ruim influenciam de maneira negativa a saúde humana.

5. Empréstimos com juros abusivos

Pessoas que não pagam os empréstimos correm o risco de ficar com o "nome sujo na praça". Nesse sentido, para pedir empréstimo precisam solicitar às instituições financeiras que não fazem consulta na lista de dívidas do crédito. Porém, empresas do gênero são conhecidas por cobrarem as maiores taxas de juros do mercado, o que por consequência representa menos dinheiro na conta corrente da família.

6. Aumento do crédito

Ao levar em conta as condições econômicas - que de forma macroeconômica cresce no país - também houve aumento do crédito às famílias, em valor de quase R$ 600 milhões, entre 2008 e 2013, cenário que otimiza o endividamento.

Com isso, acontece também crescimento de investidores estrangeiros dispostos a emprestar dinheiro e ganhar com os juros 'nas alturas'. Assim, quem tem a perder são os consumidores que, na prática, embora tenham ofertas de empréstimos, também podem se perder no orçamento por conta do excesso de endividamento. #Finança