O consumo consciente pode deixar uma pessoa rica! De acordo com Sérgio Luiz Cordeiro, superintendente do BB (Banco do Brasil) no Rio Grande do Norte, em entrevista ao site Tribuna do Norte, o Brasil está em novo cenário ao que tange às mudanças nas formas de consumir entre os consumidores físicos.

Consumo consciente no Brasil

O consumo consciente acontece de forma positiva ao levar em conta que, aos poucos, os brasileiros trocam as dívidas ruins por déficits que se relacionam com investimentos. Interessante notar que as instituições bancárias ganham dinheiro com o aumento do padrão e da consciência consumidora, ao contrário das vozes que apontam a dívida como lucrativa às instituições financeiras.

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Aumento dos empréstimos

Na região do Rio Grande do Norte, por exemplo, houve crescimento de empréstimos dos bancos às pessoas físicas, com valor além do que 5 bilhões de reais, em 2014, recorde da história no Estado. Não se pode ignorar o fato de que, por causa da entrada de novos mercados, há perspectiva de evolução da meta de oferta dos empréstimos em 20% para o ano de 2015.

Sérgio Luis Cordeiro indica que ao levar em conta os dados dos últimos anos, 2014 demonstrou resultados positivos em nível recorde ao Banco do Brasil, não apenas na oferta para empréstimos, como também aos pagamentos sem inadimplência por parte dos correntistas. O aumento da educação financeira da clientela e o crescimento qualitativo são dois resultados positivos ao BB durante o período.

Casa própria

O Programa "Minha Casa, Minha Vida" influenciou, de forma direta, no montante de empréstimos concedidos do BB às pessoas físicas.

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Ao ano de 2015, o banco federal indica que quer ultrapassar a meta de 2 mil residências financiadas para o valor de 10 mil unidades, visto que o mês de janeiro fechou com valor além do que 6 mil casas negociadas.

A educação financeira das pessoas físicas também consiste em ponto observável com qualidade por parte de Sérgio Luis Cordeiro. O especialista indica que há algumas décadass, 80% dos clientes faziam transações na boca do caixa, ao ponto que no ano de 2014 foram registrados apenas 3%, principalmente por conta das transações via internet.

Será que a tecnologia pode ajudar o brasileiro a aumentar seu nível de consumo consciente? Opine, deixe seu comentário!

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