A presidente Dilma Rousseff discursou hoje sobre a necessidade de reformas para que o Brasil obtenha novamente um desenvolvimento econômico. Segundo a presidente, os ajustes serviriam para que o país volte a crescer de forma rápida. Os comentários foram feitas durante um evento do programa "Minha Casa Minha Vida" na cidade de Feira de Santana, na Bahia.

Desde que o segundo mandato de Dilma começou, a sua nova equipe econômica tem como missão ajeitar as contas públicas. O objetivo com a normalização da economia no país é de trazer novos investidores. A principal dificuldade enfrentada pelo #Governo é lento crescimento, além de uma preocupante inflação alta.

Dilma comparou os ajustes que devem ser feitos, com as mudanças que uma dona de casa faz em sua família. A presidente reiterou que o maior objetivo de todas as reformas é voltar a ter um bom crescimento econômico. Ainda de acordo com a presidente, os ajustes podem acabar gerando mais empregos.

Em segundo plano, durante o evento, a presidente também discursou sobre os programas sociais. Segundo Dilma, o governo vai manter todos os compromissos com esse tipo de política. A presidente ainda disse que as residências entregues na terceira etapa do programa vão ser melhores das que estão sendo entregues hoje pelo governo.

Os possíveis ajustes

No início do mês, o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Dyogo Oliveira, comentou que o governo vai passar a analisar programas federais, o que pode gerar cortes. Oliveira explicou que todos as políticas do país vão passar por uma análise minuciosa, até mesmo os programas sociais. Ao contrário do que disse a presidente Dilma hoje, que assegurou estas promessas para a população brasileira.

Mas, o secretário-executivo deixou claro que nem todos os programas vão sofrer modificações. De acordo com Dyogo Oliveira, o que o governo deve fazer é fazer cortes de gastos da forma mais eficiente possível.

Quem também está otimista, assim como o secretário-executivo é o Ministro da Fazenda, Joaquim Levy. No mês passado, Levy disse que a situação do Brasil não é das piores e que o país tem tudo para criar um novo ciclo econômico sem grandes problemas.