Após uma jornada de pesadas e tensas negociações, governo federal e caminhoneiros entraram em um acordo já quase ao encerrar da quarta-feira (25). Buscando concretizar um acerto, Brasília acenou com um conjunto composto por várias medidas. As dívidas do setor serão revistas e informou que novos acréscimos no preço do óleo diesel estão congelados por 6 meses (a Petrobras comprometeu-se a não efetuar reajuste neste período)

O ministro dos Transportes foi taxativo em relação ao cumprimento da medidas acertadas. Ele disse que a aplicação do que foi acertado será executado após as barreiras na rodovias serem terminadas.

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A previsão do governo é que o fim do movimento nas estradas aconteça no dia de hoje (26). Restabelecendo a normalidade no fluxo de veículos nas rodovias brasileiras.

O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores esteve presente durante todas negociações acontecidas no dia de ontem. Ele disse que entidades participantes tinham a posição de que a mobilização termine. Porém, ele informou não poder efetivamente dar uma garantia que o fim acontecerá ainda no dia de hoje. Ele lembrou que tudo começou nas estradas espontaneamente e agora é necessário que os caminhoneiros avaliem as medidas conquistadas junto ao governo.

Os avanços oferecidos pelo governo, incluem a aprovação na íntegra da tão aguardada Lei dos Caminhoneiros. Esta legislação vai resultar em redução nas tarifas hoje cobradas nos pedágios e reajusta o cota de horas extras admitidas para serem trabalhada pelos caminhoneiros Também foi decidido que serão sustados pelo período de 1 ano, das prestações de financiamentos efetuados pelo BNDES para a compra de caminhões.

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Foi deliberada e será criada uma tabela que servirá como referência para pagamento de fretes. Esta tem sido uma das reivindicações mais solicitadas pela categoria nos últimos anos. Será estabelecida uma comissão que entabulará e mediará negociações, tendo de um lado caminhoneiros e de outro as empresa ligadas a este setor. Resta esperar que tudo se resolva.